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O namoro com sucessor vai durar seis meses?

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Da Redação

A tradicional frase: “Rei morto, Rei Posto”, assim será os novos comandos das Prefeituras, onde os antigos prefeitos conseguiram eleger o seu escolhido sucessor? Desde o princípio da democracia, das disputas eleitorais, é comum este fato, da sucessão do preferido (a), porém, a continuidade do mesmo processo administrativo e político, já outra questão, em média, antes o sucessor levava

cerca de seis meses para “tomar pé” de toda situação, dar o grito de independência, e ditar o seu ritmo, o que nem sempre agradava a maioria, por outro lado, inicia-se um novo ciclo, com a formação de um novo grupo. Como tudo vem mudando, ficando mais rápido, é esperado que o período do tal namora, passe de seis para no máximo três meses.

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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