Cidades
Prefeitura fará distribuição de uma tonelada de alimentos arrecadados no Vinde e Vede
Cidades
A Arquidiocese de Cuiabá destinou uma tonelada de alimentos não perecíveis arrecadados durante a 39ª edição do Vinde e Vede às pessoas em situação de vulnerabilidade social e às entidades cadastradas no Conselho Municipal de Assistência Social da capital. Ao todo, foram arrecadadas 15 toneladas de alimentos não perecíveis ao longo dos quatro dias de evento, realizado na Arena Pantanal.
De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, a parceria entre o poder público e a igreja permitirá que as doações recebidas alcancem famílias que necessitam de apoio, especialmente grupos que normalmente ficam fora dos programas sociais.
“Os alimentos arrecadados serão encaminhados às entidades credenciadas e cadastradas no Conselho Municipal de Assistência Social. Também vamos atender famílias que passam por momentos de vulnerabilidade, mas que não estão referenciadas nos CRAS. Muitas vezes são pessoas que têm trabalho, mas enfrentam dívidas ou dificuldades temporárias e não conseguem acesso ao benefício eventual. Essas doações nos permitem atender também esse público”, explicou a secretária.
O secretário-geral da Arquidiocese, padre Diogo Monteiro, destacou que a arrecadação é fruto do engajamento da comunidade católica. “A Arquidiocese realiza todos os anos o Vinde e Vede. É um evento gratuito, e a contrapartida é a doação de alimentos. Neste ano, alcançamos a marca de 15 toneladas, que serão destinadas a 15 instituições, entre elas as famílias acompanhadas pela Prefeitura de Cuiabá”, afirmou.
Com entrada gratuita, o Vinde e Vede convidou os participantes a contribuírem com a doação de alimentos não perecíveis, mobilizando milhares de fiéis em uma grande corrente de solidariedade. As demais toneladas arrecadadas serão distribuídas entre instituições e pastorais sociais ligadas à Arquidiocese, fortalecendo o trabalho contínuo de assistência às famílias carentes, especialmente diante dos desafios econômicos enfrentados por muitas delas.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cidades
Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado
A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.
Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.
A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.
A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.
A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.
O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.
A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.
Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.
Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
-
Política5 dias atrásDia Mundial do Meio Ambiente: projetos no Senado reforçam agenda climática
-
Polícia4 dias atrásPolícia Militar prende homem que esfaqueou ex-namorada e dois homens em Sinop
-
Política5 dias atrásLeitura transforma vidas e reduz conflitos no Centro de Detenção de Cáceres
-
Política4 dias atrásProjeto de leitura transforma experiências e amplia horizontes de pessoas privadas de liberdade
-
Cidades3 dias atrásTrânsito terá alterações em Cuiabá para realização de corridas no sábado e domingo
-
Política5 dias atrásExperiência em Comodoro inspira debate sobre criação de banco de boas práticas na educação prisional
-
Cidades5 dias atrásAudiência pública debate aumento da população em situação de rua e destaca ações da Prefeitura de Cuiabá
-
Política4 dias atrásArticulação de Wanderley Cerqueira e apoio de Botelho garantem quase R$ 2 milhões para nova UBS em Várzea Grande

