Agricultura
Conflito no Oriente Médio e impactos no agro pautam nova edição da Pensar Agro
Agricultura
A nova edição da revista Pensar Agro já está disponível em português e inglês e amplia o alcance internacional da publicação, que soma cerca de 13 mil acessos em 57 países. O movimento ocorre em um momento em que o agronegócio brasileiro ganha centralidade no debate global, pressionado por fatores como instabilidade geopolítica, custos de produção e desafios logísticos.
Com a proposta de oferecer leitura estratégica do setor, a revista traz como destaque de capa a análise sobre os impactos da escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã no agronegócio. O cenário internacional, marcado pela volatilidade no petróleo, fertilizantes e transporte marítimo, tem efeitos diretos sobre o campo brasileiro, elevando custos e exigindo maior capacidade de gestão por parte dos produtores.
A edição reforça que, embora o Brasil seja uma potência agrícola com elevada resiliência, a dependência de insumos importados e de cadeias logísticas complexas ainda expõe o setor a choques externos. Nesse contexto, a informação qualificada e a antecipação de riscos ganham peso como ferramentas para sustentar competitividade.
Na coluna Mercado, o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, destaca que a reconfiguração geopolítica global recoloca o agro brasileiro no centro das decisões econômicas, justamente no momento de planejamento da safra. A recomendação é de maior atenção à gestão de risco, diversificação de fornecedores e fortalecimento da cadeia produtiva.
Além da reportagem principal, a edição reúne análises de colunistas que traduzem a volatilidade global em decisões práticas para o campo, explorando tendências, riscos e oportunidades. A proposta editorial é contribuir para que produtores, técnicos e agentes do setor compreendam como o agro pode se adaptar e evoluir diante de um ambiente cada vez mais instável.
A versão bilíngue, segundo a publicação, busca ampliar o diálogo com o público internacional e consolidar a presença do agro brasileiro no debate global, em um momento em que o setor se afirma como peça-chave na segurança alimentar e na dinâmica econômica mundial.
Você lê a versão em português clicando aqui.
You can read the English version by clicking here.
Fonte: Pensar Agro
Agricultura
Conferência internacional coloca etanol de milho no centro da estratégia do agro
A 3ª edição da Conferência Internacional sobre Etanol de Milho, promovida pela União Nacional do Etanol de Milho em parceria com a Datagro, ocorre nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá (MT), reunindo produtores, indústrias, investidores e autoridades para discutir o avanço de uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.
A escolha de Mato Grosso como sede reforça o peso do estado no setor. Hoje, a maior parte das usinas de etanol de milho em operação no Brasil está concentrada na região, impulsionada pela grande oferta de grãos e pela necessidade de agregar valor à produção local.
Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e Plínio Nastari presidente da Datagro na abertura da Conferencia
O evento está sendo realizado em um momento de expansão acelerada da indústria. A produção brasileira de etanol de milho deve superar 8 bilhões de litros na safra 2025/26, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. O crescimento vem sendo sustentado pelo modelo de usinas flex, que operam com milho e cana, garantindo maior eficiência e uso contínuo da capacidade industrial.
A conferência reúne lideranças do setor para discutir desde avanços tecnológicos até desafios estruturais, como logística, financiamento e políticas públicas. Também estão na pauta as tendências do mercado internacional e o papel do Brasil na transição energética, com destaque para os biocombustíveis.
Outro ponto central do debate é a integração entre agricultura e indústria. O etanol de milho passou a funcionar como uma alternativa relevante de demanda para o produtor, reduzindo a dependência das exportações e contribuindo para maior estabilidade de preços, especialmente em anos de safra elevada.
Além do combustível, a cadeia também gera coprodutos com forte impacto econômico, como o DDG/DDGS, utilizado na alimentação animal, que tem ampliado a competitividade da pecuária, sobretudo em regiões produtoras.
Para o produtor rural, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural. A industrialização dentro do próprio estado encurta distâncias, reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de renda, transformando o milho em matéria-prima não apenas de exportação, mas de energia e proteína.
Ao reunir os principais agentes da cadeia, a conferência busca alinhar estratégias e consolidar o papel do etanol de milho como vetor de crescimento do agro brasileiro nos próximos anos — com impacto direto sobre demanda, preços e agregação de valor no campo.
Fonte: Pensar Agro
-
Polícia7 dias atrásForça Tática prende suspeito em flagrante de matar mulher em Sinop
-
Polícia7 dias atrásPolícia Civil participa de evento social em Rondonópolis
-
Polícia7 dias atrásPolícia Militar prende membro de facção criminosa com porções de drogas e ovos de Páscoa
-
Cidades7 dias atrásBaixinha defende que Plano Diretor de Cuiabá favoreça bairros periféricos
-
Política7 dias atrásComissão aprova projeto que classifica PCC e CV como grupos terroristas junto a 11 cartéis latinos
-
Economia6 dias atrásDólar cai para R$ 5,01, e bolsa renova recorde com ajuda do exterior
-
Política7 dias atrásCMO deve ser instalada na segunda quinzena de abril
-
Polícia5 dias atrásOperação Pentágono desarticula atuação interestadual e responsabiliza envolvidos no ataque em Confresa


