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Mato Grosso cai ainda mais no ranking do isolamento social; Inloco aponta 28,7%

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Secretaria de Saúde apontou que a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está em 97%, e de 64%, para enfermarias

Mato Grosso se mantém como o pior Estado no ranking da Inloco, que mede a adesão da população ao distanciamento social, medida fundamental para redução do contágio da Covid-19 e, por consequência, o número de mortes.

Hoje (25.03), com registro do levantamento obtido de quarta-feira (24.03), o índice do distanciamento chegou em 28,7% e o número de óbitos no Estado alcançou o patamar de 7.095 vítimas da doença, conforme o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde (SES).

“A comunidade científica é enfática ao afirmar que o isolamento social é comprovadamente uma das medidas mais eficazes para reduzir o contágio da Covid-19. Mas o que estamos vendo é a população nas ruas e promovendo aglomerações, quando o que mais precisamos é que todos pratiquem o isolamento social e cumpram as medidas de biossegurança”, afirmou o secretário-adjunto de Vigilância Sanitária, Juliano Melo.

Na quarta-feira, o boletim epidemiológico apontou que a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está em 97%, e de 64%, para enfermarias. Os 3% de leitos de UTI restantes são de retaguarda, ou seja, para pacientes já internados nas unidades hospitalares.

“Com o distanciamento reduzimos o número de internados e, consequentemente, o número de pessoas que podem vir a morrer por complicações da Covid-19. Essa prática foi confirmada em países como Portugal e também em regiões do Brasil que conseguiram obter o controle da doença e reduzir os índices negativos”, pontuou Juliano.

Único abaixo de 30%

O Estado é o único do país que está com índice de isolamento social abaixo dos 30%. Nas primeiras colocações estão o Acre (47,7%), Pará (44,5%) e Ceará (43,5%). Logo acima de Mato Grosso estão Santa Catarina (32,1%), Rio Grande do Sul (33,3%) e Rio de Janeiro (33,4%).

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Mesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo

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Reforma recente não resolve problemas e UPA Leblon fica encharcada após chuva em Cuiabá.
Unidade de saúde passou por obras há pouco tempo, mas vídeos mostram grande quantidade de água dentro da recepção, próxima a computadores e outros equipamentos; atendimentos chegaram a ser suspensos temporariamente
Pouco tempo após passar por reformas, a UPA Leblon, em Cuiabá, voltou a apresentar problemas em sua estrutura. Após uma chuva registrada na madrugada, pacientes e funcionários se depararam com uma grande quantidade de água dentro da unidade, deixando áreas da recepção completamente encharcadas.
Vídeos encaminhados ao site A Folha News mostram água caindo em diferentes pontos da recepção e atingindo áreas próximas a mesas, computadores e outros equipamentos utilizados no atendimento à população.
A situação chama ainda mais atenção pelo fato de a unidade ter passado por uma reforma recentemente. Mesmo após as intervenções realizadas, os problemas aparentemente persistem e voltaram a ficar evidentes após a chuva.
As imagens levantam questionamentos sobre a qualidade dos serviços executados e, principalmente, sobre a fiscalização da reforma. A situação gera preocupação, especialmente porque a água chegou a áreas onde há equipamentos eletrônicos e circulação de pacientes e funcionários.
Pacientes e funcionários demonstraram preocupação com as condições encontradas na unidade e cobram uma solução definitiva para os problemas estruturais da UPA Leblon.
Segundo informações, os atendimentos tiveram que ser suspensos temporariamente para evitar possíveis acidentes envolvendo pacientes e funcionários, diante da quantidade de água no interior da unidade e dos riscos provocados pela situação.

O Afolhanews deixa espaço aberto para que a Prefeitura de Cuiabá e os responsáveis pela reforma se manifestem sobre o ocorrido e esclareçam quais medidas serão tomadas.

 

 

Veja o vídeo:

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