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Membros do Flor Ribeirinha passam bem após acidente em MT

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Da Redação

 

Após sofrerem um grave acidente automobilístico, os integrantes do grupo de dança Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio se recuperam bem e agradecem a Deus por ninguém correr risco de vida. Das vitimas do acidente,  duas estão em estado moderado e devem passar por cirurgias. Ainda não há informações sobre quantos permanecem nos hospitais.

O acidente ocorreu no início da noite de sábado (21), quando o grupo seguia em dois veículos, um micro-ônibus da prefeitura de Diamantino e uma van terceirizada, para realizar uma apresentação em Diamantino (208 Km de Cuiabá).

No entanto, devido à intensa chuva na ocasião, a van que levava aproximadamente 30 pessoas saiu da pista e capotou duas vezes na BR-364, próximo ao município de Nobres (146 Km de Cuiabá).

“No momento em que a van deslizou com a forte chuva e capotou na estrada, tivemos a sorte de ter uma ambulância por perto. Fomos muito bem atendidos pelas equipes de Diamantino e Nobres. Ficamos muito nervosos, mas graças a Deus estamos bem. Apesar de tudo, apenas dois dançarinos do grupo vão passar por cirurgia”, disse o diretor administrativo do grupo, Jeferson Guimarães Rosa.

Ao todo, 10 vítimas foram atendidas pela concessionária da rodovia, sendo que duas foram trazidas para o Pronto-Socorro de Cuiabá e oito levadas para o Hospital Laura de Vicuña, em Nobres. Além deles, outras pessoas foram socorridas pelas ambulâncias de Nobres e Diamantino.

“Alguns de nossos dançarinos e músicos tiveram fraturas e foram encaminhados para os hospitais de Nobres e de Diamantino, outros para o Pronto-Socorro de Cuiabá. Mas estamos bem e nos comunicando, apesar da distância”, reforçou o diretor artístico e coreógrafo do grupo, Avinner Augusto.

Após o acidente, o veículo foi removido da pista e a rodovia foi totalmente liberada às 23h18. A fundadora e presidente do Grupo Flor Ribeirinha, Domingas Leonor, bastante emocionada, agradeceu a todos os que ajudaram no momento difícil.

“Pelas condições que ficou o veículo após o acidente, Deus fez um milagre. Estamos todos salvos. Ficamos abalados na hora, mas não perdemos a fé em nenhum momento. Alguns se machucaram mais, mas a maioria está bem agora, graças ao meu bom Deus”, salientou Domingas.

O grupo Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio venceu a competição internacional de Folclore no 18º Festival Internacional de Arte e Cultura de Buyukçekmece, realizado em agosto deste ano na Turquia. O festival é considerado um dos maiores eventos de folclore do mundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Gazeta Digital

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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