Mato Grosso

Governador entrega fardas e 1.300 pistolas Glock: “Nossa PM precisa estar bem armada”

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Ao entregar fardamento e 1.300 novas pistolas Glock para a Polícia Militar de Mato Grosso, o governador Mauro Mendes afirmou que a corporação precisa estar “bem armada e equipada para enfrentar o crime”.

A entrega dos equipamentos ocorreu na tarde desta terça-feira (02.02), no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar. As pistolas Glock são da geração 5, as mais modernas do mundo para as atividades policiais.

“Nossa polícia precisa estar bem armada, bem preparada, bem equipada para fazer esse enfrentamento com o crime, especialmente o crime organizado. A Polícia Militar tem uma história que dá orgulho. São 7 mil homens em uma tropa que está presente em todos os 141 municípios de Mato Grosso. Fruto de força, disciplina, liderança, determinação”, pontuou.

Nos próximos dias, o Governo de Mato Grosso também entregará mais 700 pistolas do mesmo modelo para a Polícia Civil. Outras milhares estão sendo adquiridas para municiar toda a Segurança Pública Estadual. “Queremos chegar a 2022 com cada policial portando o melhor armamento do mundo”.

Também foram entregues 12.270, fardas e 6.137 coturnos, 14.254 camisetas e 6.616 gorros. Os militares estavam há cinco anos sem receber fardamento.

“É lamentável que durante muitos anos o Estado deixou de cumprir essa obrigação. Não deixaremos de honrar com esse compromisso, que é elementar e primário”, garantiu.

Mauro Mendes adiantou que, por meio do programa Mais MT, neste ano haverá muitos investimentos em “radiocomunicação digital, infraestrutura, tecnologia e capacitação para enfrentamento aos criminosos”.

“Ninguém nesse país vai investir em 2021 aquilo que Mato Grosso vai investir em Segurança Pública. Agradeço muito ao apoio da Assembleia, dos nossos servidores e também à coragem e bravura dos nossos policiais militares. Tenho muito orgulho do trabalho de vocês”, finalizou.

Também participaram da entrega o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho; os deputados estaduais Allan Kardec, Elizeu Nascimento, Silvio Fávaro, Delegado Claudinei, João Batista, Dilmar Dal Bosco, Thiago Silva e Sebastião Rezende; os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil) e Alexandre Bustamante (Segurança Pública); e os comandantes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, coronéis Jonildo José de Assis e Alessandro Pereira, respectivamente. 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA