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Kalil anuncia mais investimento na saúde e recebe R$ 2 milhões em emendas

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Da Redação

Várzea Grande investiu R$ 289.197 milhões na saúde pública em 2020, primeiro ano da pandemia da COVID 19, sendo que deste total que soma repasses federais e recursos próprios foram investidos R$ 39.524 milhões a maior do que o estabelecido na lei (15% das receitas próprias) para ser aplicado em um dos mais essenciais setores da administração municipal.

A informação partiu do prefeito Kalil Baracat que garantiu manter o repasse de recursos para a área de saúde pública a maior do que o previsto, assim como aconteceu nos seis anos de gestão da prefeita Lucimar Sacre de Campos, durante audiência com o senador Carlos Fávaro (PSD), com o coordenador da bancada federal de Mato Grosso, Neri Geller (PP), o deputado estadual Paulo Araújo e os vereadores Emerson Magalhães e Alessandro Moreira da Silva e membros das Executivas Partidárias do PSD e PP.

“Vamos investir ainda mais e se possível e formos autorizados pela ANVISA e Governo Federal, queremos comprar vacinas para imunizar contra a COVID 19 para toda a população de nossa cidade de Várzea Grande e mais recursos serão colocados nas áreas essenciais como saúde, educação, segurança, social e obras”, disse o prefeito ao senador Carlos Fávaro e o deputado federal Neri Geller.

Carlos Fávaro assinalou que tem obrigações com Mato Grosso e com Várzea Grande e que vai retribuir a votação obtida nas urnas na cidade com trabalho, empenho e dedicação, além de auxiliar ao prefeito Kalil Baracat e sua equipe.

“Estamos anunciando aqui a inserção de R$ 2 milhões em emendas parlamentar impositivas de nossa autoria, aquelas que são obrigatórias de serem cumpridas pelo Governo Federal para a área de saúde de Várzea Grande acreditando que nos próximos 60 dias, estes valores já estarão disponíveis para serem aplicados pelo prefeito Kalil Baracat na área de saúde que sempre terá uma demanda reprimida”, disse Carlos Fávaro, para quem Várzea Grande tem que continuar avançando ainda mais por conta de sua posição estratégica para Mato Grosso.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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