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Gestão Emanuel Pinheiro fortalece a rede de saúde com entrega do HMC, UPA e 23 grandes reformas

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Da Redação.

Ao longo dos 4 primeiros anos de gestão, o prefeito Emanuel Pinheiro entregou quatro novas unidades básicas de saúde (sendo três lançadas em seu governo), uma nova unidade do Serviço de Assistência Especializada  (SAE), uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Verdão (que durante a pandemia funciona como referência para casos moderados de Covid-19) e o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) – Leony Palma de Arruda à população cuiabana e mato-grossense. Além dessas sete obras construídas, 23 unidades da atenção primária foram reformadas e/ou ampliadas entre 2017 e 2020.

Dentre as obras lançadas e concluídas na gestão de Pinheiro, estão as unidades básicas de saúde (UBS’s) dos bairros Jockey Clube (que beneficia famílias de 10 bairros da Regional Sul e tem capacidade operacional de 10 mil atendimentos por mês), Santa Terezinha/Itapajé (que atende mais de 10 mil pessoas da região), Parque Ohara (que atende a população de 11 bairros) e Ilza Terezinha Picolli Pagot (que atende a mais de 15 mil moradores). Também já estão prontas as unidades básicas de saúde do Residencial Nico Baracat e do Jardim Imperial, que devem ser entregues em breve.

Dessas obras, a UBS do Residencial Ilza Terezinha Picolli Pagot e a do Jardim Imperial foram herdadas da gestão anterior e estavam, em janeiro de 2017, com 49% e 50% de conclusão, respectivamente. Da mesma forma, a obra do HMC foi recebida pela gestão Emanuel Pinheiro com 27% de conclusão e a UPA Verdão com 39% de andamento.

Para o prefeito Emanuel Pinheiro, o marco de seu governo é a “mudança de prioridade”, fazendo obras públicas com qualidade de serviço privado para a população mais carente, que depende do Sistema Único de Saúde (SUS). “Não é fazer uma obra de qualquer jeito porque é pública, não! É fazer um hospital padrão hospital privado, melhor que os hospitais privados de Cuiabá para a população SUS, para os mais pobres, para os mais carentes. Para que eles se sintam, acima de tudo, honrados, dignificados, tanto o cidadão paciente, o cidadão SUS, como os profissionais da saúde e os servidores que trabalham nas unidades. Então, é uma quebra de paradigma. Não é porque é público que tem que ser de qualquer jeito, tem que ser a porta mais barata, a lâmpada mais barata, a pintura mais barata, o material de última categoria, não. É porque é público, é porque é para o povo, é porque é para o mais carente que tem que ser da melhor qualidade, que tem que ser padrão hospital privado!”, afirma o gestor, utilizando o HMC como exemplo.

Além das entregas de novas unidades, Pinheiro também garantiu ao longo de seu primeiro mandato a reforma e/ou ampliação de 23 unidades básicas de saúde nos bairros: São João Del Rey/Novo Milênio, Dom Aquino, Renascer, Jardim Fortaleza/Santa Laura, Jardim Vitória 1, Bela Vista/Carumbé, Pedra 90 – I e II, Jardim Florianópolis/Jardim União, Tijucal, Altos da Serra I e II, Despraiado I e II, Grande Terceiro, Novo Terceiro, Rio dos Peixes, CPA 3, Jardim Independência, Colorado I e II, Parque Atalaia I e II, Pedra 90 – IV e V, Centro de Saúde Ana Poupina, Clínica da Família do CPA 1, Centro de Especialidades Odontológicas do Dom Aquino.

Os destaques dessas obras de construção e reforma são o programa “Climatizar é Humanizar” – que garante ar condicionado em todas as salas das unidades, inclusive na recepção – e também o aumento das equipes de saúde bucal na atenção primária, que passou de 10 para 43 equipes. “Nós não só reformamos e demos dignidade àquelas instalações, como também ampliamos e climatizamos todas as dependências. Ampliamos para além do atendimento médico, o odontológico, ou seja, priorizamos a saúde bucal para a população carente, coisa que não existia em Cuiabá. Isso é atender com respeito a população”, avalia Emanuel Pinheiro.

Foto: Luiz Alves

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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