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Várzea Grande mantém nível de investimentos em execução de obras e açòes para 2018

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RECURSOS MUNICIPAIS, ESTADUAIS E FEDERAIS ALÉM DE GARANTIREM AS OBRAS E AÇÕES GERAM EMPREGO, RENDA E MOVIMENTAM A ECONOMIA LOCAL EM TEMPOS DE CRISE ECONÔMICA.

Da Redação

 

Várzea Grande vai manter o ritmo elevado de investimentos e na execução de obras consideradas essenciais. Isto ficou consignado no projeto de Lei encaminhado para apreciação dos vereadores e que trata da Lei Orçamentária Anual – LOA para o ano de 2018 e que prevê investimentos da ordem de R$ 733,5 milhões.

Nos anos de 2014 e 2015, as gestões anteriores, somavam no total das receitas previstas o valor global do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, estimado em R$ 500 milhões, elevando o valor para próximo de R$ 1 bilhão, o que acabava acarretando um desequilíbrio entre as receitas previstas e as executadas.

A LOA 2018 foi protocolada pelo secretário municipal de Planejamento, Edson Roberto Silva e agora aguarda análise e votação da Casa Leis para posterior sanção da prefeita Lucimar Sacre de Campos. O documento prevê uma receita própria de R$ 733,5 milhões para o exercício de 2018 sem contar com recursos de repasses Federal e Estadual. Essa receita é formada pela projeção de orçamento fiscal de R$ 534 milhões, o que representa um aumento de 4% se comparado ao orçamento que está sendo executado neste ano de 2017, e, para investimentos em seguridade social, a qual compreende saúde, assistência social e previdência, uma previsão de R$ 199 milhões.

“Mais do que realizar obras e ações de interesse da população e de Várzea Grande temos tido o cuidado de administrar as finanças públicas dentro da atual realidade de crise e de queda na arrecadação do Estado e do Governo Federal, o que afeta nossa cidade diretamente”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos assinalando que por outro lado pretende manter o ritmo de obras contando com os recursos municipais como contrapartida dos investimentos dos Governos Federal e de Mato Grosso.

Segundo o secretário Edson Roberto Silva, a Administração Municipal também aguarda as votações e aprovações do Plano Plurianual (PPA) de 2018/2021 e a da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, que já foram encaminhados pela prefeita Lucimar Sacre de Campos aos vereadores.

“Elaboramos esses documentos com a participação popular, através das audiências públicas. A receita prevista para o próximo ano faz parte de uma dotação global de R$ 2,7 bilhões para aplicação e execução nos próximos quatro anos. A Lei Orçamentária contém a previsão de receita que deve ser arrecadada pela Prefeitura durante o ano de 2018 e fixa esse mesmo valor como teto máximo para as despesas a serem executadas. De acordo com a legislação o Legislativo tem a tarefa de analisar, propor alterações e votar o texto até a última sessão deste ano de 2017”, explicou o gestor municipal de Planejamento, destacando ainda que a LOA 2018 do Município respeitou os objetivos de desenvolvimento sustentável previsto em Lei e que manteve o equilíbrio orçamentário, mantendo receitas e despesas no mesmo patamar.

Entre as áreas essenciais, estão educação e cultura, saúde, obras e infraestrutura urbana. Ao Poder Executivo serão destinados R$ R$ 659,6 milhões, divididos entre 20 órgãos, contando a Câmara Municipal que receberá orçamento previsto em R$ 16,843 milhões, além de pouco mais de R$ 573 mil para reserva de contingência. A administração indireta, Departamento de Água e Esgoto (DAE/VG) e Previvag tem previsão orçamentária de R$ 73,9 milhões. Totalizando os R$ 733,5 milhões previstos para o exercício de 2018.

A Secretaria de Educação receberá o maior investimento, com valor de R$ 207 milhões sendo R$ 37 milhões do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) e R$ 170 milhões de receita própria. Na sequência aparecem as Secretarias de Saúde e de Obras, com repasses de R$ 141 milhões e R$ 126 milhões, respectivamente.

Também se destacam por programas com grandes investimentos da LDO de 2018 os de infraestrutura urbana, gestão em saúde, energia urbana e rural, coleta e tratamento de resíduos sólidos, esporte e lazer, além de programas de atenção primária de saúde preventiva, secundária de serviços de saúde de média complexidade e terciaria de alta complexidade.

“As despesas obrigatórias, aquelas determinadas pela Constituição ou por lei estão crescendo, é prioridade da prefeita Lucimar Campos o setor de saúde. Por exemplo, enquanto a lei determina a aplicação de 15% do orçamento total em saúde, nossa gestora está investindo cerca de 21%, já tendo atingido nos primeiros quatro meses de 2017 quase 30%. Isso também ocorre com Educação e a infraestrutura da cidade”, informou o secretário de Planejamento, Edson Roberto Silva.   

O projeto de maior impacto estrutural na cidade segue sendo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que sozinho tem orçamento global garantido de quase R$ 500 milhões de Recursos Federais com contrapartida do município de Várzea Grande, para os próximos quatro anos, cujas etapas são anualmente executadas e concluídas, e estão transformando a cidade de Várzea Grande, ao reforçar e implantar redes de esgotamento sanitário, rede de abastecimento de água, habitação e pavimentação em diversos bairros da cidade.

Para 2018, também estão previstos a manutenção de grandes projetos e obras já em execução, especialmente no setor de infraestrutura, como pavimentação asfáltica, recapeamento, galerias de águas pluviais substituídas, obras de terraplenagem e sinalização horizontal e vertical das vias, obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com um conjunto de serviços, infraestruturas e instalações operacionais para o setor de saneamento básico e a duplicação da Avenida Filinto Muller.

Entre as novas frentes de investimentos para serem executadas com o orçamento de 2018, estão as construções de seis escolas, sendo quatro na zona urbana e duas na zona rural, 16 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI), a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas) do Cristo Rei, recuperação e revitalização da Orla do Rio Cuiabá e a execução de 50 quilômetros de asfalto novo, de um total de 135 quilômetros que serão implantados nos próximos três anos.

A LDO 2018 recebeu sugestões de todas as secretarias municipais e participação de toda a sociedade. “A participação popular foi importante para o fortalecimento da integração entre o poder público e a sociedade civil, pois elencamos demandas dos bairros para a aplicação dos investimentos apontados e que fazem parte das metas estabelecidas pela Administração Pública no Plano Plurianual e na LOA 2018”, concluiu.

 

 

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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