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Desesperado, conselheiro afastado por corrupção parte para o ataque contra Janot

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação: Pedro Ribeiro e Laerte Lannes

Reportagem Especial

 

É deplorável que a estupidez dê lugar aos argumentos. As respostas a tantos desmantelos, tantas suspeitas e dúvidas sobre a honestidade do conselheiro afastado do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE), Antônio Joaquim de Moraes Rodrigues Neto, não devem ser substituídas por atos de desequilíbrio ou descompostura.

Porque a Operação Malebolge, desencadeada pela Polícia Federal na quinta feira, 14, a mando do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que atendeu um pedido do ex-procurador Geral da República, Rodrigo Janot, não deve ser colocada para debaixo do tapete como quer o conselheiro afastado por corrupção, Antônio Joaquim.

O conselheiro afastado, mesmo insistindo em escamotear, em driblar, em esconder, ou usar o látego como rebate, caiu na esparrela ao atacar formalmente a honra e a dignidade do ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot. O ataque gratuito foi feita nesta segunda, 18/09, em entrevista para uma rádio FM de Cuiabá. Na entrevista, Joaquim se lança a afirmações espúrias e ataques verbais contra Janot, para tentar justificar o inexplicável.

O conselheiro nunca foi um agente público vocacionado a frequentar páginas de jornais por noticias pouco afeitas à ética, retidão ou integridade. Ao agredir o ex-Procurador da República, o conselheiro afastado poderia ser mais objetivo e chamar as acusações de Janot de mentirosas.

Não é verdade! É do conselheiro afastado que se espera respostas para muitas perguntas do MPF, sem esclarecimentos plausíveis. Joaquim como outros conselheiros, Sérgio Ricardo, Valter Albano, Waldir Teiss e José Carlos Novelli, está sendo acusado pelos crimes de corrupção/extorsão, lavagem de dinheiro, organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira e contra a ordem tributária.

Ao atacar Janot, O conselheiro afastado se nutriu do desdém, do deboche e da indiferença, sem dar uma resposta de maneira clara, objetiva e concisa sobre as suspeitas das falcatruas.

Na entrevista na rádio, Antônio Joaquim diz ser vitima de uma “violência jurídica” e acusou o ex-procurador-geral de ser “criminosamente parcial” e proteger o governador Pedro Taques (PSDB). Ele disse que irá representar o ex-procurador geral no Conselho Nacional do Ministério Público.

Na acusação de Janot contra o conselheiro, há questionamentos sobre a elevação patrimonial e crimes denunciados na delação pelo ex-governador Silval Barbosa.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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