Mato Grosso

Presidente da Câmara quer ampliar medidas de combate à violência contra mulher

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

O Presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), recebeu na presidência, o advogado Dr. Jonatas Peixoto, que apresentou pautas de combate a violência contra mulher e ao feminicídio. 
O Criminalista nos últimos anos abraçou causas e projetos com foco na redução do feminicídio com base na valorização da “Lei Maria Da Penha”. 
“As medidas de proteção/medidas protetivas servem em tese justamente para proteger as vítimas e reprimir os agressores. Ocorre, que no dia a dia, isto não acontece, pois, a mulher está a mercê de seu parceiro violento. A Lei Maria da foi criada para dar proteção a essas mulheres vítimas. “Mas se por um lado é aplicada com eficácia, por outro falham os órgãos competentes para executá-las , esta é uma das pautas que queremos ampliar  o conhecimento dos parlamentares”, enfatiza Peixoto.
Dr. Jonatas entende que a câmara é um ponto de apoio da população e que medidas podem ser tomadas para estancar problemas, principalmente na conscientização das mulheres que estão em eminente situação de violência. 
O Presidente da Câmara agradeceu a visita do Dr. Peixoto e dispôs abrir a porta do parlamento em defesa das mulheres de Cuiabá. 
“Sem duvida a Câmara dará continuidade em debater temas como este e principalmente em sugerir leis e fiscalizar ações de combate à violência”, disse Juca do Guaraná. 
Saiba Mais : 
O Brasil é um dos países em que mais se matam mulheres no mundo. E o estado de MATO GROSSO não é uma exceção: segundo a Superintendência de Observatório de Violência da SESP/MT houve um aumento de 42% no número de feminicidios em 2020, em relação ao ano de 2019.
COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em


Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA