Mato Grosso
Kalil toma posse garantindo dar continuidade do período de progresso vivido em Várzea Grande
Mato Grosso
Da Redação
“Com uma nova forma de governar, com novas ideias, garantindo as conquistas e avanços com as mudanças, cuidando do que está feito e fazendo mais”, declarou o prefeito Kalil Baracat (MDB) durante o seu discurso de posse do mandato na Prefeitura de Várzea Grande, realizado na tarde da última sexta-feira, 01 de janeiro, no ginásio “Fiotão”.
Para a realização da cerimônia, foram tomadas todas as medidas de biossegurança, como forma de evitar o contagio pelo coronavírus, o número de participantes foi restrito.
“O evento foi transmitido via internet, através das redes sociais, e contou com a participação de milhares de pessoas”.
Na passagem da faixa de prefeito, Kalil aproveitou a oportunidade para agradecer aos seus familiares, amigos e colaboradores que atuaram antes e durante a campanha.
“Vivemos hoje um tempo de mudança, esse tempo não será interrompido, vamos dar continuidade a esse processo de transformação e crescimento, que a nossa cidade tem experimentado, e vamos avançar”, garantiu Kalil.
Durante o seu discurso, Kalil também não esqueceu de um dos maiores problemas, que envolve diretamente o cotidiano da população de Várzea Grande, como o fornecimento constante de água potável, e o tratamento de esgoto.
“Vamos fazer da nossa cidade, um lugar melhor para vivermos, com uma educação pública de qualidade, que promova transformação na vida dos nossos jovens, garantir cada vez mais o acesso a saúde, amparando e cuidado do cidadão, e fazer com que os serviços essenciais, como água e rede de esgoto, estejam disponíveis para todos os munícipes”, ressaltou Kalil.
Para finalizar, Kalil desejou dias melhores em 2021, e convocou o cidadão para que seja mais consciente e participativo na construção de uma cidade mais justa, e de um mundo mais humano.
Foto: Cris Antonucci
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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