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“Cabo de Guerra”: Quem manda mais no “Racha” do MDB em Mato Grosso  

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Da Redação. 

O Movimento Democrático de Base (MDB) vive dias e meses de intensos com disputas internas, que refletem diretamente nos movimentos externos dos filiados do partido, desde o período que antecedeu a pré-campanha eleitoral, nos municípios de Mato Grosso.

Mesmo que as diferenças de opiniões sejam a base da democracia, a luta por ideais e objetivos dentro de uma sigla partidária, busca compactuar com uma conduta homogênea, “todos puxando a corda para o mesmo lado”, tendo a somatória de forças concentradas para o mesmo sentido, tendência que na sua maioria, apresentam resultados positivos, ações que não aconteceram na maioria das vezes, dentro da sigla MDB, durante a disputa eleitoral de 2020.

Fatos como nas disputas de Cuiabá e Várzea Grande, mostraram que existem mais aptidão entre pessoas de outras siglas, que compactuaram de estratégias, conseguindo alcançar os seus objetivos, a vitória, do que com membros do mesmo partido, deixando o candidato do MDB seguir em uma disputa do 2º turno, sem o apoio da maioria das lideranças do partido.

É de fato, afirmar que muitos abandonaram o barco, com a derrota no primeiro turno, assim, mudaram as estratégias, ao invés de apoiar o companheiro de partido, alguns já estavam buscando uma forma de se livrar do então, considerado derrotado e “peso morto”, porém, o inesperado aconteceu, a reviravolta nos “48 do segundo tempo”, de dúvida, apenas mais um, voltando ao posto de principal estrela do partido.

Para aqueles que estavam articulando a saída da principal estrela do partido em Mato Grosso, tentando excluir os seus apoiadores, com ações que se auto-intitulava presidente de diretório, esqueceu que existe a vontade da maioria, como também, de uma executiva nacional, que influencia e até interfere nas ações dentro do estado, mostrando que a sigla partidária, não é um objeto que atende os desejos vaidosos de apenas uma pessoa.

O prefeito reeleito por Cuiabá, Emanuel Pinheiro disse que não é contra A ou B, mas que é a favor de que o advogado, Francisco Faiad continue na presidência do partido na capital.

De acordo com informações de bastidores, Faiad, Emanuel Pinheiro e Carlos Bezerra, que é o presidente do partido no estado, estão em conversação, com lideranças nacionais, para resolver de forma democrática este impasse.

Foto: blogdojorgevieira

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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