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Vídeo mostra criança sendo agredida em Escola Particular na Capital

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Da Redação.

Na ilusão da segurança, surgem as suspeitas de agressões, assim está sendo demonstrado em um vídeo divulgado em redes sociais, quando uma criança especial é supostamente agredida por uma funcionária da Escola Particular Cantinho de Mães, localizada no bairro Quilombo, em Cuiabá.

As imagens estão causando revoltas em várias pessoas, principalmente aos pais, que pagam este tipo de empresa, para colaborar na formação educacional de seus filhos, onde geralmente é considerado um local especializado e seguro, para os pais deixarem seus filhos resguardados, em condições, para poderem trabalhar.

Outro fator revoltante, é que a criança é especial, assim supostamente, era para este estabelecimento de ensino particular, ser apropriado, com profissionais especializados, e possuir todas as condições cabíveis para atender as necessidades dos alunos.

As imagens demonstram que as atitudes da servidora, não condiz com a de uma pessoa apta, para desenvolver qualquer tipo de atividades com crianças, quando a paciência e ações técnicas, são essências para o exercício da função.

De acordo com informações já publicada no site notícias Max, a mãe da criança que pediu para manter a identificação dela e do filho supostamente agredido em sigilo, é advogada, e tomou todas as providências, desde acionando os responsáveis da escola particular, como também, registrando um Boletim de Ocorrência.

Por outro lado, segundo informações do site notícias Max, o departamento jurídico da escola, acompanhou o caso e informou que foi um fato isolado, ocorrido com uma estagiária, que já foi desligada da empresa.

Fato isolado?

A equipe de reportagem do site notícias Max, com dados preliminares, contesta a questão do fato isolado, já que consta na Delegacia Especializada da Criança e do Adolescente (Deddica), um inquérito que investiga maus tratos a outra criança, em nome da proprietária da escola, Amira Cristina Deds.

Agora no final do ano, quando se aproxima o período das matriculas e rematrículas, vale ressaltar aos pais e responsáveis, uma atenção redobrada, nas condições necessárias e oferecidas pelos estabelecimentos de ensino, que venham colaborar de forma eficiente no processo de educacional dos estudantes, como também, para os pais deixarem seus filhos verdadeiramente em segurança.  

Foto: noticiasmax

 

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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