Mato Grosso
Vídeo mostra criança sendo agredida em Escola Particular na Capital
Mato Grosso
Da Redação.
Na ilusão da segurança, surgem as suspeitas de agressões, assim está sendo demonstrado em um vídeo divulgado em redes sociais, quando uma criança especial é supostamente agredida por uma funcionária da Escola Particular Cantinho de Mães, localizada no bairro Quilombo, em Cuiabá.
As imagens estão causando revoltas em várias pessoas, principalmente aos pais, que pagam este tipo de empresa, para colaborar na formação educacional de seus filhos, onde geralmente é considerado um local especializado e seguro, para os pais deixarem seus filhos resguardados, em condições, para poderem trabalhar.
Outro fator revoltante, é que a criança é especial, assim supostamente, era para este estabelecimento de ensino particular, ser apropriado, com profissionais especializados, e possuir todas as condições cabíveis para atender as necessidades dos alunos.
As imagens demonstram que as atitudes da servidora, não condiz com a de uma pessoa apta, para desenvolver qualquer tipo de atividades com crianças, quando a paciência e ações técnicas, são essências para o exercício da função.
De acordo com informações já publicada no site notícias Max, a mãe da criança que pediu para manter a identificação dela e do filho supostamente agredido em sigilo, é advogada, e tomou todas as providências, desde acionando os responsáveis da escola particular, como também, registrando um Boletim de Ocorrência.
Por outro lado, segundo informações do site notícias Max, o departamento jurídico da escola, acompanhou o caso e informou que foi um fato isolado, ocorrido com uma estagiária, que já foi desligada da empresa.
Fato isolado?
A equipe de reportagem do site notícias Max, com dados preliminares, contesta a questão do fato isolado, já que consta na Delegacia Especializada da Criança e do Adolescente (Deddica), um inquérito que investiga maus tratos a outra criança, em nome da proprietária da escola, Amira Cristina Deds.
Agora no final do ano, quando se aproxima o período das matriculas e rematrículas, vale ressaltar aos pais e responsáveis, uma atenção redobrada, nas condições necessárias e oferecidas pelos estabelecimentos de ensino, que venham colaborar de forma eficiente no processo de educacional dos estudantes, como também, para os pais deixarem seus filhos verdadeiramente em segurança.
Foto: noticiasmax
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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