Mato Grosso
Tião da Zaeli: áudio revela tentativa de manipulação para denegrir o senador Jayme Campos
Mato Grosso
Da Redação.
Áudio de Tião da Zaeli, coordenador geral de campanha do candidato à prefeito por Várzea Grande, Flávio Vargas vaza e revela o nível de estratégia que estão tomando nesta disputa eleitoral.

Foto: divulgação.
O áudio de Tião da Zaeli explica como deve ser publicada a manchete de um jornal, que neste caso, caracteriza articulação para denigrir a imagem do grupo do seu opositor.
De acordo com informações de bastidores, alvo principal seria o senador Jayme Campos.
No áudio, Tião relata alguns nomes e descredencia as pessoas citadas, ao relatar:
“A ideia é colocar todos os coordenadores de campanha na mesma capa, como o senador Jayme Campos, olha os tipos, olha, a qualidade dos coordenadores de campanha dele”, afirmou Tião em seu áudio.

Foto: Reprodução.
Com atitudes totalmente adversas as suas ações, demonstrado no áudio vazado, Tião da Zaeli que cobra tanta imparcialidade da imprensa, é flagrado tentando manipular a manchete de um jornal.
Lembrado que Tião da Zaeli utilizou de ações judiciais, para impedir que o Grupo o Mato Grosso de Comunicação, continuasse trabalhando, publicando fatos, baseados em documentos, que revela as verdadeiras condições do candidato Flavio Vargas.
“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.
No caso, o candidato Flávio Vargas se apresenta como um empresário de sucesso, que subiu na vida com o resultado do seu trabalho, digno, honesto, transparente.

Foto: Agência Senado
Por outro lado, conforme notícia publicada no site de notícias do Grupo Gazeta, www.gazetadigital.com.br, o senador Jayme Campos derruba por terra a suposta imagem ilibada, digna, pura e límpida, ao acusar Flávio Vargas de ser fraudador do fisco, investigado por “estelionato” e utilizador de “laranjas”, para esconder ilicitudes dos seus negócios.

Foto midianews
Neste caso, as informações do áudio, mostra quem na realidade está tentando manipular a população através de notícias publicadas pela imprensa. Cabe agora o poder público tomar suas devidas providências, para evitar que uma manipulação seja realizada na cidade industrial.
Ouça o áudio.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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