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Tião da Zaeli: áudio revela tentativa de manipulação para denegrir o senador Jayme Campos

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação.

Áudio de Tião da Zaeli, coordenador geral de campanha do candidato à prefeito por Várzea Grande, Flávio Vargas vaza e revela o nível de estratégia que estão tomando nesta disputa eleitoral.

Foto: divulgação.

O áudio de Tião da Zaeli explica como deve ser publicada a manchete de um jornal, que neste caso, caracteriza articulação para denigrir a imagem do grupo do seu opositor.

De acordo com informações de bastidores, alvo principal seria o senador Jayme Campos.

No áudio, Tião relata alguns nomes e descredencia as pessoas citadas, ao relatar:

“A ideia é colocar todos os coordenadores de campanha na mesma capa, como o senador Jayme Campos, olha os tipos, olha, a qualidade dos coordenadores de campanha dele”, afirmou Tião em seu áudio.

Foto: Reprodução.

Com atitudes totalmente adversas as suas ações, demonstrado no áudio vazado, Tião da Zaeli que cobra tanta imparcialidade da imprensa, é flagrado tentando manipular a manchete de um jornal.

Lembrado que Tião da Zaeli utilizou de ações judiciais, para impedir que o Grupo o Mato Grosso de Comunicação, continuasse trabalhando, publicando fatos, baseados em documentos, que revela as verdadeiras condições do candidato Flavio Vargas.

“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

No caso, o candidato Flávio Vargas se apresenta como um empresário de sucesso, que subiu na vida com o resultado do seu trabalho, digno, honesto, transparente.

Foto: Agência Senado

Por outro lado, conforme notícia publicada no site de notícias do Grupo Gazeta, www.gazetadigital.com.br, o senador Jayme Campos derruba por terra a suposta imagem ilibada, digna, pura e límpida, ao acusar Flávio Vargas de ser fraudador do fisco, investigado por “estelionato” e utilizador de “laranjas”, para esconder ilicitudes dos seus negócios.

Foto midianews

Neste caso, as informações do áudio, mostra quem na realidade está tentando manipular a população através de notícias publicadas pela imprensa. Cabe agora o poder público tomar suas devidas providências, para evitar que uma manipulação seja realizada na cidade industrial.

Ouça o áudio.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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