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Ministro de Minas e Energia vai propor privatização da Eletrobrás

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Estatal, que tem ações na bolsa, diz que operação depende de autorizações governamentais e regulatórias

Da Redação

 

A Eletrobrás anuncia que foi informada nesta segunda-feira, 21, pelo ministro Fernando Coelho Filho, que o Ministério de Minas e Energia irá propor ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República, a privatização da Eletrobrás.

Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a estatal esclarece que a efetivação da operação depende de autorizações governamentais, avaliação das autorizações legais e regulatórias que serão necessárias, avaliação do modelo a ser adotado e observância dos procedimentos específicos, por ser tratar de sociedade de economia mista, de capital aberto, com ações listadas na Bolsa de São Paulo (B3), de Nova York (NYSE) e Madri (Latibex).

No comunicado enviado à empresa, o ministro de Minas e Energia cita a necessidade de ampliar as oportunidades de investimento, emprego e renda no País e de estimular o desenvolvimento tecnológico e industrial nacional; a necessidade de expandir a qualidade da infraestrutura pública e de conferir aos projetos de relevo o tratamento prioritário previsto na legislação vigente e a necessidade de assegurar a oferta de energia elétrica de forma eficiente e ao menor preço para a sociedade brasileira e de viabilizar o fluxo de investimentos no setor elétrico.

Na carta o ministro destaca ainda a necessidade de aperfeiçoar a governança da Eletrobrás, a necessidade de valorizar o patrimônio da União; de valorizar e desenvolver o mercado de capitais, elemento estratégico para a economia brasileira, a necessidade de gerar mais recursos para financiar as políticas públicas federais, estaduais e municipais; de aumentar a participação direta da sociedade brasileira no capital da Eletrobrás; e a importância da recuperação da Eletrobrás para a economia brasileira, entre outros pontos.

O MME alega ainda que as ineficiências acumuladas nos últimos 15 anos na Eletrobrás impactaram a sociedade em cerca de R$ 250 bilhões. Esses recursos públicos, avalia a pasta, poderiam ter sido investidos em outras áreas prioritárias do governo.

“Não há espaço para elevação de tarifas nem para aumento de encargos setoriais. Não é mais possível transferir os problemas para a população. A saída está em buscar recursos no mercado de capitais atraindo novos investidores e novos sócios”, justifica o ministério.

Condições. Entre as condições que serão propostas ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos está o retorno financeiro à União e o atendimento dos mais elevados requisitos de governança corporativa do mercado de capitais.

Também está prevista a limitação do poder de voto dos acionistas com maior participação acionária, a fim de garantir a democratização do capital no controle da Eletrobrás. Está prevista também a ação de classe especial do capital social da Eletrobrás à União, que lhe confira poderes especiais em relação a alterações da razão social, objetos sociais ou sedes da Eletrobras ou empresas por ela controladas.

Está ainda entre as condições, a oferta de parte das ações representativas do capital da Eletrobrás aos seus empregados e aos empregados das empresas por ela controladas direta ou indiretamente.

Ainda na lista de condições está a redução de encargos do setor de energia elétrica, com direcionamento prioritário para o custeio da Tarifa Social de Energia Elétrica; a comercialização de energia elétrica em regime de produção independente; e o desenvolvimento, direta ou indiretamente por meio de sua subsidiária Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF), de programa de revitalização dos recursos hídricos da Bacia do São Francisco.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: O Estadão

 

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Bairros de Várzea Grande recebem ações de tapa-buracos, drenagem e patrolamento nesta sexta-feira

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Serviços são realizados em diferentes regiões do município e incluem manutenção de vias, drenagem, limpeza de bocas de lobo e conservação da infraestrutura urbana

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Viação e Obras, realiza, nesta sexta-feira (25.09), serviços de manutenção viária em diferentes regiões do município. O cronograma operacional contempla ações de tapa-buracos, patrolamento, manutenção da drenagem, além de limpeza e conservação de bocas de lobo.

As equipes de tapa-buracos estão concentradas na Avenida Alameda Júlio Müller, no bairro Construmat, Jardim Novo Horizonte e Jardim Ikaray. Os trabalhos incluem a execução de remendos profundos e a aplicação de massa asfáltica.

Nos bairros 24 de Dezembro e Parque Sabiá, as equipes realizam o patrolamento de vias não pavimentadas.

Nas regiões dos bairros Joaquim Curvo, Alameda e Jardim Eldorado, as equipes atuam na manutenção do sistema de drenagem. Já no Residencial José Carlos Guimarães, os trabalhos incluem a limpeza e a manutenção de bocas de lobo.

A equipe de pedreiros está trabalhando na Avenida Chile, entre os bairros Jardim Imperial e Mapim, com serviços de manutenção da infraestrutura.

Segundo o secretário municipal de Viação e Obras, Celso Pereira, as ações integram o cronograma permanente de manutenção da malha viária do município.

“Todas as ações fazem parte do cronograma permanente de manutenção da malha viária do município, com foco na melhoria da infraestrutura urbana, na segurança viária e na qualidade de vida da população”, destacou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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