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Eles agora querem aprovar projeto para receber Décimo Terceiro Salário na Câmara de Cuiabá

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Sem se importar com a crise econômica, vereadores de Cuiabá ganham R$ 25 mil e querem mais

 

Da Redação: Pedro Ribeiro

Especial para O Mato Grosso

 

Nos últimos anos, a Câmara de Cuiabá nunca conviveu com tamanha aberração da maioria dos representantes do povo da atual legislatura na Câmara de Cuiabá, serem a favor do aumento salarial. Mas, para beneficiar eles mesmos.

É certo que, já se flagraram casos de má conduta individual nesses longos anos da Câmara – que já foi chamada Casa dos Horrores – mas, a atual safra dos edis está batendo todos os recordes e superando as piores expectativas.

A corrupção sempre escorreu pelos porões do esgoto da Câmara em anos interiores, inclusive com cassação de mandatos de três vereadores pela justiça em atos isolados de descompostura e/ou desvios.

Mas, nos últimos dias a ação assombrosa e que ficou popular é o que a imprensa noticiou: o pagamento de décimo terceiro salário para eles próprios e a instituição de verba para compensação dos gastos realizados pelos parlamentares.

Atualmente, os 25 vereadores recebem salários de R$ 15 mil e uma verba indenizatória de R$ 9 mil, chegando a R$ 25 mil por mês. Dinheiro que é considerado alto, comparando com o salário mínimo vigente que um trabalhador brasileiro ganha por mês, que é de R$ 937,00. A aprovação de mais dinheiro para os bolsos dos vereadores é um escárnio que eles próprios iriam a ficar a mercê da lei.

É lógico que seria.

Se não houvesses tantos os desdobramentos até que a imprensa local fosse capaz de acompanhá-los quase que diariamente. Por isso, recapitular os acontecimentos tem dois feitos importantes: primeiro, reativar na memória dos fatos que embora, tão recentes – e vitais – parecem superados pelas constantes avalanches de revelações: mentiras e desmentiras que se comprovem genuínas.

E segundo, a revelação da quantidade do dinheiro público que será pago a mais para os nobres vereadores em desrespeito fragrantemente para a população cuiabana, pagadora de impostos e que vivem de parcos salários.

Além do que, a aprovação do décimo terceiro formará uma massa gigantesca capaz de calcinhar tudo o que passa em sua órbita. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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