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Delegacia de Sorriso passa por esterilazação para prevenção ao Coronavírus

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Civil de Sorriso em parceria com o Corpo de Bombeiros realizou, no final da tarde da última quarta-feira (17), a desinfecção do prédio em que funciona a Delegacia de Polícia do município.

O trabalho de higienização da unidade ocorreu como forma de prevenção ao contagio do novo Coronavírus (Covid-19), o qual já foram confirmados aproximadamente 340 casos na cidade.

Para realização dos trabalhos, o expediente da delegacia foi suspenso às 17 horas de terça-feira (16) pra entrada da equipe do Corpo de Bombeiros, que realizou a descontaminação de todos os ambientes da unidade, salas, celas, receptação, área do plantão, etc.

Na higienização dos ambientes, a equipe utilizou equipamentos de proteção individual como roupas protetoras, botas, luvas de borracha e máscaras para a realização do procedimento com segurança. 

A unidade também recebeu dois termômetros infravermelhos tipo pistola para auferir temperatura corporal de quem vai até a delegacia para registrar ocorrência ou outro tipo de atendimento.

A iniciativa partiu do delegado titular da Delegacia de Sorriso, André Eduardo Ribeiro, que percebeu a necessidade da desinfecção da unidade, mesmo sem ter nenhum policial diagnosticado positivo a doença na unidade.

“Diante do aumento de casos no município e da grande quantidade de pessoas que circulam diariamente na delegacia, foi adotada esta medida como forma de prevenção de contaminação dos servidores, assim como de pessoas que tenham que passar pela unidade”, disse o delegado.

Foto: PJC

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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