Mato Grosso

Delegacia de Sorriso passa por esterilazação para prevenção ao Coronavírus

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Civil de Sorriso em parceria com o Corpo de Bombeiros realizou, no final da tarde da última quarta-feira (17), a desinfecção do prédio em que funciona a Delegacia de Polícia do município.

O trabalho de higienização da unidade ocorreu como forma de prevenção ao contagio do novo Coronavírus (Covid-19), o qual já foram confirmados aproximadamente 340 casos na cidade.

Para realização dos trabalhos, o expediente da delegacia foi suspenso às 17 horas de terça-feira (16) pra entrada da equipe do Corpo de Bombeiros, que realizou a descontaminação de todos os ambientes da unidade, salas, celas, receptação, área do plantão, etc.

Na higienização dos ambientes, a equipe utilizou equipamentos de proteção individual como roupas protetoras, botas, luvas de borracha e máscaras para a realização do procedimento com segurança. 

A unidade também recebeu dois termômetros infravermelhos tipo pistola para auferir temperatura corporal de quem vai até a delegacia para registrar ocorrência ou outro tipo de atendimento.

A iniciativa partiu do delegado titular da Delegacia de Sorriso, André Eduardo Ribeiro, que percebeu a necessidade da desinfecção da unidade, mesmo sem ter nenhum policial diagnosticado positivo a doença na unidade.

“Diante do aumento de casos no município e da grande quantidade de pessoas que circulam diariamente na delegacia, foi adotada esta medida como forma de prevenção de contaminação dos servidores, assim como de pessoas que tenham que passar pela unidade”, disse o delegado.

Foto: PJC

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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