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Polícia Civil cumpre buscas para identificar grupo de receptadores que atuam de forma específica

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Da Redação

A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá cumpriu nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (16) mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pela Justiça tendo como alvo residências na Capital e em Várzea Grande.

A ação resultou na apreensão de um aparelho de videogame X BOX e um de aparelho celular, furtados no Bairro CPA no dia 26 de abril. As diligências foram imprescindíveis para identificar importantes receptadores que atuam de forma específica na Grande Cuiabá.

De acordo com as investigações da Derf, com sofisticado meio de anúncio, venda, pagamento com cartões e entrega de produtos de origem de roubo e furtos, utilizando-se de grupos de mensagem e internet, de compra e venda de produtos usados como telefone, videogame, eletrodomésticos e outros.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, André Luís Prado Monteiro da Silva, devido à sofisticação, as pessoas de boa fé que adquirem produtos com essas características, devem ter atenção redobrada. “É preciso se ater aos valores oferecidos, nota fiscal e documentos que constatem a origem lícita do produto”, disse o delegado.

As pessoas que compraram os aparelhos citados e apreendidos foram conduzidas para a Derf Cuiabá para interrogatório e devem ser indiciadas no inquérito policial que caminha para a fase de individualização dos receptadores profissionais que estão identificados e que serão indiciados por receptação qualificada.

Foto: PMMT

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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