Polícia
Tentativa de assalto a casa de PM, bandido é baleado e morre em Várzea Grande
Polícia
Da redação
O jovem Denis Francisco da Silva, 19 anos, morreu no pronto-socorro de Várzea Grande após trocar tiros com um cabo da Polícia Militar numa tentativa de assalto a residência no loteamento Cidade de Deus, na madrugada desta sexta-feira (30). Segundo o militar, ele ouviu barulhos na sala de sua casa por volta das 3h e ao sair para ver o que ocorria encontrou uma das portas arrombadas.
Ele olhou pela janela para ver se havia alguém, avistou dois homens pulando o muro da residência com armas em punhos.
O cabo ordenou para que a dupla parasse e deitasse no chão, mas os dois homens não obedeceram. O policial efetuou disparos, que foram revidados pelos dois suspeitos no meio da rua.
O PM ainda seguiu os dois rapazes até o bairro Alice Gonçalves, onde efetuou mais disparos atingindo um deles. Já o seu comparsa conseguiu fugir correndo e não foi mais visto.
O militar conseguiu entrar em contato com a Polícia Militar que esteve no local. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi comunicado, porém os socorristas disseram que iriam demorar.
O jovem baleado acabou sendo socorrido pelos próprios policiais e encaminhado ao pronto-socorro. Ele não resistiu aos ferimentos teve o óbito confirmado pelos médicos horas depois.
Polícia
Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá
A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.
A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.
Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.
No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.
Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.
O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.
“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.
A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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