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Polícia Civil prende homem foragido da Justiça com dois mandados de prisão
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Um homem com dois mandados de prisão foi preso pela Polícia Civil, na segunda-feira (01.06), na zona rural do município de Rondonópolis, em ação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O foragido, de 41 anos, estava com as ordens judiciais de prisão preventiva, decretadas pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, tortura, roubo e homicídio qualificado.
Durante diligências nas proximidades da BR-364, na zona rural de Rondonópolis, os policiais civis abordaram uma caminhonete.
Na ocasião, o suspeito informou não portava documentos e apresentou identidade falsa, alegando não possuir antecedentes criminais relevantes.
Diante das inconsistências apresentadas, foram realizadas consultas e constatada a verdadeira identidade do homem, o qual possuía dois mandados expedidos pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá e pela Vara Única da Comarca de Aripuanã.
Em seguida o procurado foi preso e conduzido para as providências cabíveis, sendo posteriormente apresentado e colocado à disposição da Justiça.
A prisão demonstra a efetividade do trabalho integrado entre as forças policiais e o comprometimento da Polícia Civil na localização e prisão de foragidos, contribuindo para o enfrentamento à criminalidade organizada e para a garantia da segurança da população.
Histórico Criminal
O foragido foi alvo da Operação Reditus, deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Rondonópolis, como objetivo desarticular uma facção criminosa envolvida em crimes como tráfico de drogas, tortura, roubos e corrupção de menores.
A operação, realizada em 2019, resultou no cumprimento de mandados judiciais, na prisão de diversos integrantes do grupo criminoso, além da apreensão de veículos, valores em dinheiro e elementos utilizados nas investigações.
Integração
A ação é resultado do trabalho integrado entre as equipes da DHPP de Rondonópolis, da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, e da Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior – DEINTER 9 – Piracicaba.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento
O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.
De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.
Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.
Defesa contesta autuação
A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.
Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.
A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.
O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.
A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.
Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.
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