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Semana de Prevenção e Combate ao Assédio reforçará cultura do respeito no PJMT

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Card institucional divulga Semana de Prevenção ao Assédio e à Discriminação. Quatro pessoas aparecem ao centro. Texto destaca ambiente seguro e inclusivo. Data: 25 a 29 de maio.Construir um ambiente profissional saudável vai além das atividades desenvolvidas no dia a dia. Passa pela forma como as pessoas se relacionam, se comunicam e convivem. Situações que, muitas vezes, podem parecer pequenas como interrupções constantes, exposição constrangedora, comentários discriminatórios ou atitudes desrespeitosas, e que podem impactar diretamente o bem-estar, a saúde emocional e a qualidade das relações no ambiente de trabalho.

Com o propósito de fortalecer uma cultura organizacional baseada no respeito, na inclusão e na valorização das pessoas, o Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) realizará, entre os dias 25 e 29 de maio, a Semana de Prevenção e Combate ao Assédio e à Discriminação.

Coordenada pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação no âmbito do PJMT, a iniciativa reunirá palestras, aulas híbridas e rodas de conversa presenciais em diferentes regiões do Estado, promovendo momentos de conscientização, aprendizado e diálogo entre magistrados(as), servidores(as), colaboradores(as), credenciados(as) e estagiários(as).

Reconhecer para prevenir

Criar ambientes seguros e acolhedores começa pelo reconhecimento de situações que podem gerar desconforto, constrangimento ou exclusão. Nem sempre o assédio ou a discriminação se apresentam de maneira explícita. Em muitos casos, atitudes repetitivas, comentários inadequados, isolamento intencional ou práticas que desvalorizam pessoas e grupos podem comprometer relações profissionais e afetar o ambiente institucional.

A proposta da semana é justamente ampliar esse olhar, incentivando reflexões sobre comportamentos cotidianos e fortalecendo práticas que contribuam para relações mais saudáveis, éticas e respeitosas.

Com o tema “Um ambiente seguro, inclusivo e respeitoso começa com cada um de nós”, a programação busca destacar que a construção de uma cultura organizacional positiva é resultado de ações coletivas e do compromisso diário de todos.

Programação envolverá Capital e interior

As atividades híbridas ocorrerão nos dias 25, 28 e 29 de maio, no Auditório “Desembargador Gervásio Leite”, na sede do Tribunal de Justiça, em Cuiabá.

Já nos dias 26 e 27 de maio, serão realizadas rodas de conversa nas comarcas de Tangará da Serra, Barra do Garças, Jauru, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião e Rio Branco, ampliando o alcance das ações e aproximando os debates das unidades do interior.

Além das palestras, a programação contará com espaços voltados à interação entre participantes, troca de experiências e esclarecimento de dúvidas.

A iniciativa integra as políticas institucionais de promoção da dignidade, do respeito e da valorização das pessoas, reforçando o compromisso do Judiciário mato-grossense com ambientes de trabalho mais humanizados.

Inscreva-se para participar

Confira a programação completa

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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Comissão debate políticas públicas para pessoas com altas habilidades e superdotação

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (26), políticas públicas voltadas às pessoas com altas habilidades e superdotação. O debate será às 16 horas, em plenário a ser definido.

A audiência pública atende a pedido da deputada Nely Aquino (Pode-MG). Segundo a parlamentar, estudantes com altas habilidades e superdotação integram o público da educação especial no Brasil, mas ainda são pouco identificados no sistema educacional.

Ela afirma que os dados do Censo Escolar da Educação Básica mostram um número reduzido de estudantes identificados com altas habilidades e superdotação em relação ao total de matrículas, o que evidencia dificuldades nos processos de identificação, registro e acompanhamento desses alunos.

Nely Aquino destaca que muitos estudantes, especialmente os que apresentam dupla excepcionalidade ou não se enquadram no perfil acadêmico tradicional, ainda enfrentam dificuldades para que suas necessidades educacionais sejam atendidas.

“Embora a legislação brasileira assegure o direito ao atendimento educacional especializado, observa-se que sua implementação ainda ocorre de forma desigual e, por vezes, insuficiente, o que compromete o pleno desenvolvimento das potencialidades desses estudantes e sua efetiva inclusão educacional”, afirma a parlamentar.

Da Redação – RL



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