Economia

Várzea Grande moderniza controle interno ao aderir a programa nacional da CGU

Publicado em

Economia


A Prefeitura de Várzea Grande segue avançando na transparência da gestão pública. Com o intuito de fortalecer as atividades da prefeitura, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, incluiu o município no Programa de Fortalecimento de Corregedorias (PROCOR), da Corregedoria-Geral da União (CGU). O termo de adesão foi formalizado no dia 22 de abril e publicado no Diário Oficial do Município.

O programa tem como objetivo fortalecer a atuação das corregedorias, com a realização de ações conjuntas voltadas à capacitação, seminários, cursos e treinamentos. Além disso, a adesão permite que a gestão debata temas de interesse da área e participar de reuniões periódicas, além de fomentar a criação de redes de corregedorias com órgãos sob sua jurisdição. Com o novo termo de cooperação, Várzea Grande ainda utilizará sistemas informatizados disponibilizados pela CGU, ampliando a tecnologia dentro da Controladoria-Geral do Munícipio.

Para a prefeita, a adesão ao PROCOR representa um avanço estratégico e ampliação ações de controle interno, uma troca de experiências com outros órgãos. “Com grande responsabilidade e compromisso com a transparência, demos um passo importante ao incluir Várzea Grande no Programa de Fortalecimento de Corregedorias, da CGU. Ao participar ativamente desse programa, estaremos fortalecendo a integridade da gestão pública, ampliando o diálogo com outras instituições e garantindo que nossa administração atue cada vez mais com eficiência, ética e respeito à população.”

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

Brasil sentiu menos o aumento do petróleo que outros países, diz Ineep

Publicados

em


Os preços da gasolina e do diesel subiram menos no Brasil do que a média internacional, após o conflito contra o Irã provocado pelos Estados Unidos e por Israel. O levantamento comparativo foi elaborado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep) – um centro de estudos vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), que é filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Entre 23 de fevereiro e 8 de junho, o percentual mundial médio de aumento foi de 17,5% para a gasolina e de 23,3% para o diesel, enquanto, no Brasil, as altas foram de 4,9% e 13,6%, respectivamente.

No período, a pressão por aumento de preços de combustíveis no Brasil foi significativamente inferior à constadada nos Estados Unidos e na Argentina, por exemplo.

Nos EUA, principal economia mundial e maior consumidora de derivados de petróleo, a gasolina subiu 36,1%, e o diesel, 36,8%. Na Argentina, maior parceiro econômico do Brasil na América do Sul, os aumentos foram, respectivamente, de 21,1% e 23,7%.

De acordo com o Ineep, a política de preços e subsídios do governo federal favoreceu a estabilização do preço dos combustíveis no Brasil.

“As medidas emergenciais adotadas para conter os efeitos do choque do petróleo sobre os preços dos combustíveis foram muito importantes”, avalia nota à imprensa divulgada nesta quinta (18) na nova edição do Boletim de Preços dos Combustíveis, publicado pelo instituto.

Vulnerabilidades do setor

O Ineep considera, no entanto, que as medidas são “insuficientes para enfrentar vulnerabilidades estruturais do setor.”

Para o centro de estudo, “a redução da exposição do mercado doméstico à volatilidade internacional depende de uma estratégia de longo prazo baseada no fortalecimento da Petrobras, na expansão da capacidade de refino e na recomposição de sua presença nos elos estratégicos da cadeia de abastecimento, especialmente na distribuição.”

O intervalo de tempo em que o Ineep observa a variação dos preços dos combustíveis inclui o início das operações aéreas contra o Irã e a morte de Ali Khamenei, líder religioso supremo do país. Cobre também os meses de paralisação da rota marítima no Estreito de Ormuz e o início das negociações diplomáticas entre o Irã e os Estados Unidos para término do conflito.

No período, o Ineep ainda verifica que o álcool (etanol hidratado) “apresentou queda expressiva, de 7,3%, refletindo o início da safra 2026/2027 e aumento da oferta, em intensidade ainda maior do que a observada em anos anteriores.”



TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA