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Sine de Várzea Grande fecha abril com 223 vagas abertas e alerta para baixa procura

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O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Várzea Grande encerra o mês de abril com 223 vagas de trabalho abertas, sendo sete destinadas a pessoas com deficiência (PCDs). As oportunidades são ofertadas por empresas instaladas no município e contemplam diversos setores da economia.

A construção civil concentra o maior número de vagas, seguida pelos segmentos da indústria, comércio e serviços. Apesar do volume expressivo de oportunidades disponíveis, muitas ainda seguem sem preenchimento devido à baixa procura de candidatos.

Segundo o coordenador do Sine/VG, Fábio Silva, o cenário tem se repetido com frequência. De acordo com ele, semanalmente o número de vagas varia entre 200 e 300 postos, podendo ser ainda maior em determinados períodos. No entanto, a procura de trabalhadores não acompanha a demanda apresentada pelas empresas.

A orientação do órgão é para que os interessados busquem atendimento o quanto antes. Conforme a coordenação, a presença de candidatos é essencial não apenas para o preenchimento das vagas, mas também para manter o interesse das empresas em continuar ofertando oportunidades no município. Quando a procura é pequena, a tendência é de redução no número de novas vagas.

Outro ponto destacado é a inclusão no mercado de trabalho. Parte das vagas é reservada exclusivamente para pessoas com deficiência, reforçando o compromisso com a diversidade e a ampliação do acesso ao emprego.

O Sine de Várzea Grande é vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo e possui dois pontos de atendimento presencial: uma unidade no bairro Cristo Rei, junto ao Ganha Tempo, e outra no segundo andar do Várzea Grande Shopping, no Centro de Cidadania.

Além do atendimento presencial, os interessados também podem consultar vagas pela internet, no site oficial da Prefeitura de Várzea Grande, por meio da plataforma “Trabalha VG”.

Confira algumas vagas disponíveis:

Servente de Obras (33), Auxiliar de Linha de Produção (31), Balanceiro (28), Operador de Vendas (14), Jardineiro (10), Pedreiro (9), Ajudante de Obras (7), Operador de Máquina de Construção Civil e Mineração (7), Auxiliar de Estoque (6), Eletricista (6), Soldador (6), entre outras funções.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Previvag alerta para sinais de desgaste no trabalho e orienta sobre prevenção e tipos de afastamento

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Durante o mês do Abril Verde, campanha nacional de conscientização sobre saúde e segurança no trabalho, o Previvag chama a atenção para os principais problemas que têm levado ao afastamento de servidores públicos e trabalhadores de uma maneira geral, que são os transtornos mentais e os distúrbios musculoesqueléticos.

Segundo os médicos peritos Marcus Lindotti, Arilson Costa Neto e Antonio Batista de Queiroz, quadros como depressão, ansiedade, burnout e insônia têm sido cada vez mais frequentes entre os trabalhadores. Já na parte física, dores na coluna, problemas posturais e lesões por esforço repetitivo continuam entre as principais queixas.

De acordo com os especialistas, muitos desses problemas começam de forma silenciosa e se agravam ao longo do tempo. Um dos primeiros sinais de alerta é quando o descanso deixa de ser suficiente para recuperar o cansaço do dia a dia.

“O servidor passa a acordar já cansado, com irritação, queda de rendimento e até dificuldade de concentração. Em estágios mais avançados, isso pode gerar conflitos no ambiente de trabalho e impacto na vida pessoal”, explica Dr Marcus Lindotti.

Ergonomia e rotina influenciam diretamente na saúde – Os peritos destacam que a forma como o trabalho é realizado tem impacto direto na saúde do servidor. Má postura, longos períodos sentado e ausência de pausas estão entre os fatores que contribuem para o surgimento de doenças, principalmente ao longo dos anos.

“Hoje, mesmo com a evolução tecnológica, surgiram novos desafios. O trabalhador passa muito tempo parado, em ambiente fechado, olhando para telas, o que também gera desgaste físico e mental”, afirma Dr Arilson Costa Neto.
A recomendação é que sejam adotadas pausas regulares durante a jornada, além de alongamentos e ajustes ergonômicos. Fora do trabalho, hábitos como atividade física, alimentação equilibrada e sono de qualidade são considerados fundamentais para evitar o adoecimento.

Quando procurar ajuda – A orientação é buscar atendimento médico assim que os sintomas começarem a interferir no desempenho profissional ou nas relações pessoais.

Entre os principais sinais de alerta estão: a queda na produtividade, o aumento de erro, o cansaço persistente, a irritabilidade, conflitos com colegas ou familiares, entre outros.
“Identificar o problema no início facilita o tratamento e evita afastamentos prolongados”, alerta Dr Antonio Batista de Queiroz, que integra a sociedade brasileira de perícia médica.

Como funcionam os afastamentos no Poder Público em Várzea Grande – O Previvag reforça que, atualmente, o Instituto é responsável apenas pelas perícias relacionadas a afastamentos permanentes, como aposentadoria por incapacidade, como explica o Dr Robson Luiz de Figueiredo Mendonça, chefe da Procuradoria do Previvag.

“Nos casos de afastamento por incapacidade permanente, a avaliação é feita pelo corpo médico do próprio Previvag. Já os afastamentos temporários, o procedimento é diferente. O servidor deve procurar a Secretaria Municipal de Administração com um laudo médico inicial indicando a necessidade de afastamento temporário e/ou tratamento. Em seguida, ele será encaminhado para avaliação com assistente social e perícia médica dentro do sistema de saúde do município”, explica.

Prevenção é o principal caminho – A presidente do Previvag, Dra Sumaia Leite de Almeida reforça que a campanha do Abril Verde trata da prevenção como forma de reduzir acidentes e doenças ocupacionais. “No Brasil, milhões de trabalhadores são afastados por problemas relacionados ao trabalho, o que acende o alerta para a necessidade de mudanças na rotina e no ambiente profissional. Como nossos especialistas orientam, a saúde do trabalhador depende de um conjunto de fatores que envolvem tanto o ambiente de trabalho quanto a vida fora dele”.

E reforça, “Não é só o trabalho que adoece, mas o desequilíbrio entre esforço e recuperação. Cuidar da saúde é essencial para manter a qualidade de vida e a capacidade de trabalhar ao longo dos anos”, conclui.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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