Polícia Federal

Programa Jovem Senador abre caminho para ingresso na Unesp

Publicado em

Polícia Federal


Os estudantes finalistas do Programa Jovem Senador têm mais uma oportunidade de concretizar o sonho de ingressar no ensino superior. Desde 2020, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) passou a incluir o programa no Processo Seletivo Olimpíadas Científicas Unesp, uma das modalidades de acesso aos cursos ofertados pela instituição. Os estudantes concorrem a vagas de graduação com base na análise do histórico escolar e da premiação obtida. 

De acordo com a reitora da instituição, Maysa Furlan, cabe às coordenações de cada curso definir as olimpíadas aceitas na concorrência, com base no perfil de ingresso desejado e na afinidade da competição com a proposta pedagógica da graduação. No último processo de 2026, 33 cursos de graduação  das áreas de humanas, biológicas e exatas  consideraram a participação do Programa Jovem Senador. 

— As diferentes formas de ingresso demonstram que a Unesp está com um olhar para fora, extramuros, voltado à sociedade. Buscamos uma amplitude maior de alcance entre os nossos jovens. Por que não dar chances para esses jovens virem estudar na Unesp? Estamos conectados às necessidades e aos anseios dos jovens para que eles venham cursar uma universidade, possam galgar uma profissão e serem felizes — afirma a reitora. 

O chefe de serviço do Jovem Senado, George Cardim, lembra que o programa é o maior concurso de redação escolar do Brasil, com  a parceria de todas as secretarias de Educação. Ele acredita que a inclusão do programa no edital dedicado a alunos egressos de concursos científicos reforça a excelência da iniciativa.

— Os estudantes selecionados são fora de série e podem aprofundar, durante a Semana de Vivência Legislativa, seus conhecimentos sobre o processo democrático.  Nossa ideia é buscar novas parcerias com universidades prestigiadas — disse. 

Em 2022, a jovem senadora do Amapá, Quéren Hapuque, foi aprovada no curso de direito da Unesp. A estudante também foi aprovada em Macapá e optou por matricular-se na cidade natal. Ela reconhece a relevância da experiência como jovem senadora. 

— Ver essa trajetória sendo reconhecida no acesso ao ensino superior mostra como o programa realmente faz diferença na vida dos estudantes. Não é apenas uma experiência de formação política e cidadã, mas uma iniciativa que gera impacto real na vida do acadêmico, valorizando o protagonismo juvenil e ampliando oportunidades para a juventude — pontua. 

Para acompanhar todas as etapas do JS, acesse o calendário 2026 na página do Programa Jovem Senador.  



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia Federal

Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

Publicados

em


O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA