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Corpo de Bombeiros atende 178 ocorrências durante a Operação Carnaval 2026

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu 178 ocorrências durante a Operação Carnaval 2026 em todo o Estado, no período de 12 a 18 de fevereiro. Entre os principais registros estão emergências clínicas, casos de mal súbito, acidentes de trânsito e ferimentos relacionados às festividades.

A operação teve como objetivo reduzir os riscos associados à grande concentração de pessoas, agilizar o atendimento às ocorrências emergenciais e reforçar a segurança durante os festejos carnavalescos. Além do atendimento pré-hospitalar, as equipes também atuaram de forma preventiva, com vistorias técnicas e presença estratégica nos locais que sediaram eventos, a fim de minimizar possíveis incidentes.

Ao todo, foram empregados 316 bombeiros militares e 79 viaturas nas ações realizadas diretamente em 37 municípios, de acordo com o levantamento da Diretoria Operacional do CBMMT. Das 178 ocorrências atendidas no período carnavalesco, 26 foram de emergências clínicas, 25 de mal súbito, 15 de acidentes de trânsito e 10 relacionadas a ferimentos diversos.

As ações preventivas e vistorias prediais, com equipes posicionadas nos principais locais de festejos carnavalescos, eventos religiosos e pontos com maior probabilidade de ocorrências, somaram 76 atendimentos. Essas ações ocorreram em 39 pontos de prevenção. Já as demais ocorrências compreenderam o combate a incêndio em instalação elétricas, queda de fio energizado e salvamentos.

A operação contemplou, principalmente, os municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé, Rondonópolis, Primavera do Leste, Jaciara, Campo Verde, Alto Araguaia, Sinop, Sorriso, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Barra do Garças, Nova Xavantina, Confresa, Cáceres, Pontes e Lacerda, Comodoro, Tangará da Serra, Juína, Juara, Campo Novo do Parecis, Alta Floresta, Colíder e Guarantã do Norte.

“A atuação preventiva do Corpo de Bombeiros Militar na Operação Carnaval é resultado de planejamento estratégico, análise de riscos e posicionamento antecipado de recursos para proteger vidas e garantir a segurança dos eventos. Prevenção é agir antes que o risco se concretize, assegurando tranquilidade à população e eficiência na resposta operacional”, afirmou o diretor Operacional adjunto, major BM Felipe Maçano Saboia.

Fonte: Governo MT – MT



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Corregedoria desenvolve automação para tornar decisões judiciais mais uniformes

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Captura de tela do sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). À esquerda, lista com vários processos; à direita, painel de A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), está desenvolvendo uma série de automações voltadas à modernização das rotinas judiciais da Primeira Instância.

A primeira delas é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente processos que podem estar relacionados a precedentes qualificados, entendimentos já consolidados pelos tribunais sobre processos semelhantes. A inciativa contribui para a uniformização da jurisprudência e para maior eficiência na gestão processual.

Chamada de LegalFlow, a solução faz a leitura da petição inicial logo após a distribuição no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e compara seu conteúdo com uma base de dados de precedentes qualificados. Quando a ferramenta identifica possível correspondência, o sistema cria no PJe uma tarefa denominada “Analisar Precedentes”, permitindo que o usuário avalie a sugestão apresentada pela inteligência artificial.

Na tela, o magistrado ou assessor visualiza um resumo da petição inicial, o precedente identificado e informações sobre o grau de similaridade entre os temas. Caso concorde com a indicação, pode vincular uma etiqueta ao processo para facilitar sua identificação e tratamento. Se entender que não há relação entre o caso concreto e o precedente apontado, basta encerrar a tarefa e o processo segue sua tramitação normal.

Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Schultz, a iniciativa busca enfrentar um desafio recorrente da atividade jurisdicional, a identificação de demandas submetidas a precedentes qualificados.

“Atualmente essa análise exige consultas em diferentes bases de dados e fontes de informação, o que impacta tanto no tempo necessário para pesquisa como na qualidade das respostas. Com a automação, conseguimos agilizar esse trabalho, favorecer a uniformização da jurisprudência e contribuir para uma gestão mais eficiente dos processos”, explica.

Nesta primeira etapa, a ferramenta está voltada à identificação de processos relacionados aos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs), mecanismo utilizado pelos tribunais para uniformizar o entendimento sobre questões jurídicas que se repetem em diversas ações.

A gestora administrativa do DAPI, Milena Valle Rodrigues, explica que a ferramenta vem sendo utilizada em processos que tramitam nas Varas com competência em Fazenda Pública em todo o Estado. A expectativa, segundo ela, é que a solução seja disponibilizada para todas as unidades judiciais a partir de agosto.

“Também estamos trabalhando na expansão da base de consulta. Até o fim do mês, a ideia é incluir precedentes qualificados do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Ampliando o alcance da automação e o suporte oferecido às unidades judiciais”, detalha.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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