Mato Grosso
Ação conjunta da Polícia Civil prende mulher por tráfico de drogas
Mato Grosso
Uma ação conjunta entre duas unidades da Polícia Civil de Mato Grosso culminou na prisão de uma mulher pelo crime de tráfico de drogas. A ação policial foi realizada nesta sexta-feira (6.2), em cumprimento de mandado de prisão preventiva, após troca de informações entre a Delegacia de Rosário Oeste e a Delegacia de Cáceres (1ª DP). O mandado foi expedido pela Vara Única, da Comarca de Rosário Oeste.
A jovem, de 19 anos, era investigada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Rosário Oeste, por ter ligação a uma facção criminosa atuante na região de Rosário Oeste.
As investigações iniciaram em 2024, sendo deflagrada a primeira fase da Operação Devastate em agosto de 2025, com cumprimento de 58 ordens judiciais. A segunda fase ocorreu dois meses depois, com o cumprimento de outras 28 e a terceira fase foi desencadeada dia 3 de fevereiro deste ano, com o cumprimento de 65 ordens judiciais, uma delas em desfavor da jovem.
“Polícia Civil de Mato Grosso é só uma. Onde o investigado estiver, será identificado e preso”, enfatizou o delegado da 1ª DP de Cáceres, Mauro Apoita.
Após a prisão, a investigada foi conduzida à Delegacia, onde seriam tomadas as medidas legais cabíveis e, posteriormente, colocada à disposição da Justiça.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Tribunal de Justiça fortalece inclusão com criação do Núcleo de Acessibilidade
Garantir que todas as pessoas tenham acesso à Justiça de forma autônoma, segura e sem barreiras é um compromisso do Poder Judiciário que acaba de ganhar um importante reforço no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O Tribunal Pleno aprovou nesta quinta-feira (25), durante sessão administrativa, a criação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, estrutura permanente que dará suporte ao trabalho já desenvolvido pela Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Poder Judiciário estadual e permitirá ampliar as ações voltadas à promoção de um Judiciário cada vez mais acessível.Vinculado à Comissão de Acessibilidade e Inclusão, o novo núcleo contará com estrutura própria, formada por servidores do Tribunal e uma equipe multidisciplinar de profissionais credenciados. A proposta é fortalecer as políticas de inclusão e ampliar a capacidade de atuação na identificação e eliminação de barreiras que dificultam o acesso de pessoas com deficiência aos serviços da Justiça.
Segundo a juíza auxiliar da Vice-Presidência do TJMT, Alethea Assunção Santos, a criação do Núcleo representa um avanço institucional para consolidar e expandir o trabalho que já vem sendo realizado. “A missão do Núcleo é assessorar a Comissão de Acessibilidade na busca por soluções que reduzam as dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência, tanto no atendimento ao público interno quanto ao jurisdicionado e a todos que utilizam os serviços da Justiça”, destacou.
Trabalho ampliado
A Comissão de Acessibilidade e Inclusão atua de forma permanente para garantir acessibilidade física, comunicacional, tecnológica e atitudinal em todas as unidades do Poder Judiciário, em conformidade com a Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Entre as iniciativas já desenvolvidas estão capacitações, seminários, webinários e o programa TJMT Inclusivo, voltado à promoção dos direitos das pessoas com deficiência, incluindo ações direcionadas à inclusão de pessoas neurodivergentes e autistas.
De acordo com a magistrada, somente essa iniciativa já promoveu dez eventos, realizados em Cuiabá e em municípios do interior, alcançando aproximadamente três mil pessoas entre magistrados, servidores e público externo. “Esses resultados demonstram a relevância do trabalho realizado pela Comissão. Com o Núcleo, teremos condições de ampliar ainda mais essas ações, fortalecendo a cultura da acessibilidade no Poder Judiciário e também junto à sociedade”, afirmou.
A nova estrutura também permitirá intensificar o diagnóstico e a eliminação de barreiras arquitetônicas, físicas e comunicacionais existentes nas unidades do Judiciário, além de desenvolver novas soluções para tornar os serviços cada vez mais acessíveis. “O atendimento e o acesso aos serviços da Justiça tendem a se tornar cada vez mais inclusivos. Com uma estrutura própria, poderemos ampliar as capacitações e implementar novas medidas voltadas tanto ao nosso público interno, quanto às pessoas que procuram o Poder Judiciário”, ressaltou a juíza.
Ao reforçar institucionalmente a atuação da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, o TJMT reafirma seu compromisso com a promoção da igualdade de oportunidades, da autonomia e do acesso pleno à Justiça para todas as pessoas. “Com a implementação do Núcleo, sem dúvida garantimos um sistema de Justiça cada vez mais acessível e inclusivo”, concluiu Alethea Assunção Santos.
Autor: Roberta Penha
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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