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FICCO/MG, FICCO/GO, PCMG e PMGO prendem casal envolvido em crimes financeiros e fraudulentos

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Uberaba/MG. Um casal de empresários, acusado de diversos crimes como fraudes contra as relações de consumo, estelionato, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, foi preso nessa quinta-feira (27/2) em Goiânia/GO, em uma ação conjunta da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG), juntamente com a FICCO/GO, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e a Polícia Militar de Goiás (PMGO).

O casal é investigado por fraudes cometidas por meio de uma empresa de móveis planejados. O balanço preliminar aponta a existência de ao menos 24 boletins de ocorrência registrados por vítimas somente na região do Triângulo Mineiro.

Estavam foragidos desde o dia 20/2, quando a Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou uma operação para cumprir 3 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão contra os responsáveis pela empresa. Desde o dia 10/2 a empresa em Uberaba/MG está fechada e o imóvel onde funcionava foi colocado para locação. Esse fato gerou a preocupação de diversos clientes que aguardavam a entrega de produtos já pagos, mas que nunca foram entregues.

As práticas criminosas causaram um prejuízo estimado de pelo menos 20 milhões de reais.

A FICCO/MG, coordenada pela Polícia Federal (PF), é composta pelas Polícias Militar (PMMG), Civil (PCMG) e Penal (PPMG). A ação reafirma o compromisso das forças de Segurança Pública no combate ao crime organizado e na execução das decisões judiciais em todo o estado.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
e-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6341 / 6342 / 6343

Fonte: Polícia Federal



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TRE manda Galvan retirar 89 publicações de campanha do Instagram

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) determinou que o candidato ao Senado Antonio Galvan (Avante) retire do Instagram 89 publicações de campanha consideradas irregulares pela Justiça Eleitoral. A decisão atende parcialmente a uma representação apresentada pela coligação Mato Grosso Para Todos, que questionou a forma como os conteúdos apresentavam a candidatura.

A principal irregularidade apontada está relacionada à identificação dos dois candidatos a suplente de Galvan. De acordo com a decisão, os nomes não apareciam nas peças de propaganda de maneira suficientemente clara e legível, como exige a legislação eleitoral para campanhas majoritárias.

A legislação determina que, nas propagandas destinadas a cargos majoritários, os nomes dos suplentes também sejam apresentados e tenham tamanho equivalente a pelo menos 30% do nome do candidato titular. Para a Justiça Eleitoral, os materiais publicados por Galvan não cumpriam essa exigência.

A representação havia apontado 90 publicações como supostamente irregulares. Após analisar o caso, porém, o TRE determinou a remoção de 89 delas, estabelecendo prazo de 24 horas para que a decisão seja cumprida.

A medida concentra-se nas publicações feitas no Instagram e não representa, por si só, uma decisão sobre a candidatura de Galvan ao Senado. Trata-se de uma determinação relacionada especificamente à forma de apresentação da propaganda eleitoral.

A exigência de identificação dos suplentes busca garantir que o eleitor tenha acesso às informações completas sobre a chapa que disputa uma vaga majoritária. No caso do Senado, cada candidatura é composta pelo titular e dois suplentes, que devem estar devidamente identificados nas peças de campanha.

O descumprimento da ordem judicial poderá gerar novas medidas por parte da Justiça Eleitoral. A decisão também reforça a fiscalização sobre o conteúdo publicado por candidatos nas redes sociais durante a campanha de 2026.

Galvan disputa uma das duas vagas de Mato Grosso no Senado nas eleições deste ano. Com a determinação, sua equipe terá de revisar o material publicado e retirar do ar os conteúdos atingidos pela decisão dentro do prazo estabelecido pelo TRE-MT.



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