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PF prende homem transportando ilegalmente 76 aves silvestres no Chuí

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Chuí/RS. A Polícia Federal prendeu em flagrante, na tarde deste domingo (23/2), um indivíduo que transportava, em um veículo de passeio, 76 (setenta e seis) espécimes de aves da fauna silvestre local, sem qualquer registro ou autorização, durante fiscalização de rotina na região fronteiriça do Chuí/RS.

Entre as aves encontradas, estavam sete “Coleiros do Brejo”, seis “Pintassilgos Europeus”, dois “Cardeais do Banhado”, 11 “Papa-capim-de-sobre-canela” e 50 “Cardeais”.

As aves estavam acondicionadas em quatro pequenas gaiolas, que se encontravam no porta-malas do veículo, sem ventilação, alimentação e água disponíveis em quantidade suficiente para o transporte dos animais.

O indivíduo relatou aos policiais federais que coletou as aves no Chuí/RS e as entregaria na cidade de Pelotas/RS.

Ele foi indiciado pelos crimes de maus tratos aos animais, tráfico de animais silvestres e receptação.

Os animais foram apreendidos e, imediatamente, soltos na natureza.

Comunicação Social da Polícia Federal no Chuí/RS

Contato: (53) 3264-9000

Fonte: Polícia Federal



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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli



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