Valorização

Governo de MT para reforçar proteção dos servidores entrega quase mil coletes balísticos

Para o secretário de Justiça, Vitor Hugo Buzulato, a entrega dos coletes representa um avanço na segurança do exercício dos policiais penais

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Foto: Gran cursos

A Polícia Penal recebeu,980 coletes balísticos para reforçar a segurança dos servidores penais de todo o Estado. A entrega realizada pelo Governo de Mato Grosso, através da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), busca adicionar e substituir coletes próximos ao vencimento.

“A entrega dos coletes representa um avanço significativo na valorização e segurança desses profissionais. Os equipamentos são essenciais para proteger a vida dos policiais durante escoltas de presos, monitoramento de unidades prisionais e intervenções em situações críticas, como tentativas de fuga ou rebeliões, e também contribuem para a manutenção da ordem e disciplina no sistema prisional”, afirmou o secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira.

O coordenador de armas e logísticas penitenciárias Dilton Júnior, explicou que um colete tem um prazo de vencimento de 5 anos. “A política do sistema penitenciário é para que o policial não trabalhe com colete vencido. É uma conquista enorme da carreira. É um marco, um acontecimento, cada policial ter seu colete e sua arma. Isso vai ser um divisor de águas na história da Polícia Penal de Mato Grosso”, apontou.

Agora, a Sejus e a Coordenadoria de Armas e Logísticas Penitenciárias realizarão um planejamento para entregar os coletes aos policiais das unidades prisionais de todo o Estado.

 

 

 

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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