Ultrapassa de R$ 800
Valor da cesta básica volta a asubir em Cuiabá
Após uma queda na última semana, a cesta básica chega a R$ 800,29, com um aumento de 0,14% em relação a última semana
Economia
A cesta básica voltou a subir nesta terceira semana de janeiro em Cuiabá, ultrapassando a marca dos R$ 800. Conforme dados do Instituto de Pesquisas e Análise da Fecomércio, após uma queda na última semana, a cesta básica chega a R$ 800,29, com um aumento de 0,14% em relação a última semana.
O tomate chegou ao seu terceiro aumento consecutivo, saltando de R$ 5,96/kg para R$ 6,14/kg, um aumento de 3,10%. E sofreu seu terceiro aumento consecutivo e atingiu o valor de mercado de R$ 6,14/kg, tal aumento pode estar atrelada redução da oferta do fruto devido as chuvas nas regiões produtoras.
Com 6 quedas consecutivas, a batata chega ao menor valor em um ano, tal sequência de quedas pode estar associada ao excesso de oferta do tubérculo.
O café apresenta seu terceiro aumento nesta terceira semana de janeiro, chegando a marca dos R$ 24,45/500gr, com uns dos maiores aumentos de preço em 2024, a alta de café pode estar relacionado a vários fatores, tais como: aumento da demanda e mudanças climáticas.
Economia
Conab estima safra de grãos de 360,8 milhões de toneladas em 2025/26
A produção brasileira de grãos na safra 2025/26 deve alcançar 360,8 milhões de toneladas, volume 2,4% superior ao colhido na temporada anterior. A estimativa consta do 11º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo a estatal, o crescimento corresponde a um acréscimo de 8,5 milhões de toneladas em relação ao ciclo 2024/25. O resultado é influenciado pela expansão de 2,1% na área cultivada, estimada em 83,5 milhões de hectares.
A produtividade média das lavouras está prevista em 4.322 quilos por hectare, desempenho próximo ao registrado na safra passada, segundo a Conab.
Soja e milho
A soja continua sendo o principal produto agrícola do país e deve atingir produção de 180,5 milhões de toneladas. A produção do milho deve chegar a 143 milhões de toneladas.
A Conab destaca que condições climáticas registradas desde junho afetaram negativamente o desenvolvimento das lavouras de milho cultivadas no Nordeste, especialmente no nordeste da Bahia, em Sergipe e parte de Alagoas.
Algodão, feijão e arroz
Entre as demais culturas, a produção de algodão em caroço está estimada em 5,8 milhões de toneladas, equivalentes a 4,1 milhões de toneladas de pluma.
A produção de feijão, considerando as três safras, deve ficar em 3 milhões de toneladas – volume 3,2% abaixo do obtido no ciclo anterior. Apesar da queda, a Conab avalia que a oferta é suficiente para garantir o abastecimento do mercado interno.
Para o arroz, a estimativa é de 11,1 milhões de toneladas. A redução da produção é atribuída à diminuição da área cultivada. Segundo a companhia, o plantio ocorreu em área 14% menor que a registrada no ciclo anterior. Ainda assim, a colheita prevista atende à demanda doméstica.
Trigo
Entre as culturas de inverno, o destaque é o trigo, que tem produção estimada em 5,8 milhões de toneladas.
A previsão representa queda de 26,2%, na comparação com a safra de 2025. De acordo com a Conab, a redução está relacionada à retração de 20,4% na área destinada ao cultivo do cereal.
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