Terminal cpa III

Terminal do CPA III passa por reforma completa

A obra, com um investimento de cerca de R$ 1,5 milhão

Publicado em

Política

Foto : Assessoria

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), avança nas obras de reforma do Terminal CPA III, com uma força-tarefa dedicada para garantir a entrega de uma estrutura moderna e completa à população até o dia 28 de dezembro, ainda nesta gestão do prefeito Emanuel Pinheiro.

Em execução desde julho, as obras no terminal CPA III incluem a reforma total da estrutura interna e a criação de novos espaços, como uma área administrativa, banheiros, cantinas e áreas de atendimento, além da instalação de sistemas de climatização tanto para o terminal quanto para a parte administrativa. A obra, com um investimento de cerca de R$ 1,5 milhão, inclui ainda a substituição de pisos e áreas de circulação dos ônibus, que será executada ao final da reforma.

“Com a inauguração, o Terminal CPA III será o primeiro em Cuiabá a contar com um sistema de climatização completo, além de uma rede de informações que permitirá aos usuários acompanhar a chegada e partida dos ônibus em tempo real. A expectativa da gestão do nosso prefeito Emanuel Pinheiro é garantir um transporte público eficiente, confortável e adequado às necessidades da população”, disse a secretária municipal de Mobilidade Urbana, Luciana Zamproni.

De acordo com a secretária de Mobilidade Urbana, a equipe agora trabalha nas etapas da hidráulica e elétrica, planejando a finalização para dezembro. “Nossa equipe está dividida em frentes de trabalho, com foco na parte hidráulica e estrutural. Na próxima semana, entraremos na fase de instalações elétricas, com o objetivo de finalizar todas as etapas necessárias para entregar o terminal à sociedade conforme o cronograma”, afirmou.

A reforma do Terminal CPA III, com aproximadamente 40 anos de uso, é uma ação essencial para atender às demandas da população local, oferecendo conforto e tecnologia em transporte público. ’A estrutura revitalizada servirá a cerca de 45 bairros periféricos, atendendo diariamente aproximadamente 30 mil pessoas. Por estar fora do eixo do futuro BRT, o terminal CPA III será mantido, ao contrário do CPA I, que será desativado com a nova configuração do sistema de transporte. Um terminal moderno, com uma rede completa de informações, avisos de chegada e previsão dos veículos, enfim, tudo que há de mais moderno em transporte nesse novo terminal’, detalhou

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Davi retira trechos de veto à dosimetria de penas; decisão divide parlamentares

Publicados

em


O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, anunciou nesta quinta-feira (30), durante sessão conjunta do Congresso Nacional, a retirada de trechos do Veto 3/2026, que trata do projeto conhecido como PL da Dosimetria, de autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ).

No anúncio feito, Davi explicou que os trechos retirados poderiam flexibilizar a progressão de pena para crimes graves. Na prática, a decisão evita que condenados por crimes hediondos, feminicídio e atuação em organizações criminosas tenham redução no tempo mínimo em regimes mais severos. A medida dividiu parlamentares, que apresentaram posições divergentes no Plenário logo após o anúncio.

— A gente precisa apenas, cada um com a sua consciência e com o mandato, definir numa deliberação um rito legislativo que cabe ao Congresso. O Poder Executivo tem a deliberação de sancionar ou vetar, e o Congresso tem a palavra da manutenção ou da derrubada do veto — ressaltou Davi.

Trechos retirados e impacto na prática

Os dispositivos excluídos da votação tratam da progressão de regime prevista no artigo 112 da Lei de Execução Penal. Segundo o presidente, a retirada evita conflito com a Lei Antifacção, sancionada em março deste ano, que endureceu as regras para crimes como milícia privada, feminicídio e crimes hediondos.

Caso o veto fosse derrubado integralmente, regras mais brandas poderiam voltar a valer, contrariando a legislação mais recente. De acordo com Davi, a decisão considerou a temporalidade das normas e a intenção do Congresso ao aprovar leis posteriores mais rigorosas.

— Esse cenário representaria uma invalidação da recente manifestação de vontade do Congresso, bem como um passo atrás nas ações de combate à criminalidade, em especial ao feminicídio e ao crime organizado — ponderou.

Divergência entre parlamentares

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) defendeu a manutenção integral do veto presidencial.

— O PL da Dosimetria reduz as penas a partir do artigo 112 do Código Penal. A única forma de garantir que o PL Antifacção tenha validade é manter a integralidade do veto presidencial a esse projeto. Não cabe esse fatiamento — disse.

Já o senador Esperidião Amin (PP-SC), relator do PL da Dosimetria no Senado, apoiou a medida, destacando a necessidade de evitar conflito entre leis.

— O alvo do projeto sempre foram os investigados e apenados do 8 de janeiro. Aplicando a tese da temporalidade, não há como permitir que a derrubada do veto alcance dispositivos de uma lei que não existia quando se votou a dosimetria — afirmou.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) criticou a condução da pauta e a escolha do veto para votação.

— Há 64 vetos na fila de apreciação e a Constituição determina prazos. Não é essa separação da matéria, feita agora pelo presidente Davi, que preserva o direito dos brasileiros — declarou.

Ela também criticou os efeitos da proposta.

— Estávamos certos quando dissemos que o tema aqui em votação libera estupradores, feminicidas e autores de crimes hediondos — acrescentou.

O deputado Guilherme Derrite (PP-SP), relator na Câmara do PL 5.582/2025, conhecido como PL Antifacção, por sua vez, defendeu a retirada dos trechos.

— Se nós derrubássemos integralmente o veto, voltaríamos a ter a progressão do cumprimento da pena com apenas 40% em regime fechado, favorecendo membros de organizações criminosas, estupradores, sequestradores e feminicidas — enfatizou.

Pauta do Congresso e resposta da Presidência

A sessão conjunta foi convocada para analisar exclusivamente o Veto 3/2026, apesar de haver 81 vetos na pauta do Congresso, sendo 78 com análise pendente que sobrestam a pauta e 64 anteriores ao caso da dosimetria de penas.

A definição da pauta também foi questionada por parlamentares. Em resposta, Davi afirmou que a escolha segue critérios regimentais e políticos.

— A definição da pauta é competência desta Presidência, conforme o Regimento do Senado. A Constituição não estabelece ordem de preferência entre vetos cujo prazo já se esgotou. Portanto, não há obrigação de votação em ordem cronológica e estão indeferidas todas as questões de ordem apresentadas — disse o presidente do Congresso.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA