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1º DEBATE ENTRE OS CANDIDATOS É FOCADO EM ATAQUES DE ABÍLIO, LÚDIO E KENNEDY CONTRA BOTELHO

O debate durou o período de 2h30 de enfrentamento entre os 4 concorrentes

Publicado em

Política

Imagem Reprodução PNBOnline

No debate travado entre os candidatos Eduardo Botelho (UNIÃO), Lúdio Cabral (PT), Abílio Brunini (PL) e Domingos Kennedy (MDB), marcou o primeiro debate da TV Vila Real (TV Record, canal 10.1), realizado pelo Grupo Gazeta de Comunicação, nesta terça-feira (3). O debate durou o período de 2h30 de enfrentamento entre os 4 concorrentes à Prefeitura de Cuiabá.

O que ficou evidenciado desde o primeiro momento nesse 1º debate entre os candidatos à disputa pelo Palácio Alencastro, foi que os candidatos Lúdio Cabral, Abílio Brunini e Domingos Kennedy, apresentaram um nítido alinhamento para atacarem conjuntamente o candidato Eduardo Botelho (UNIÃO).

Botelho destacou após o debate, que não pretende rebater as acusações que recebeu do candidato petista, Lúdio Cabral, sobre supostos esquemas de corrupção. O petista acusou Botelho de confessar crimes no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), com envolvimento da Construtora Nhambiquaras.

“Eu vim com propostas, mostrar proposta. Infelizmente os candidatos vieram com ataque, inclusive com ataques mentirosos contra mim. Ataques, fake news, com mentira, mas a população sabe quem dá resultado para ela. A população me conhece, o povo sabe do meu trabalho. Sabe da minha história em Cuiabá”, disse Botelho.

Botelho se referiu às acusações de Lúdio como ‘mentiras’ sem fundamentação nenhuma. Botelho afirmou ainda de que a população deseja ouvir sobre projetos. “Junto com esse grupo, do governador Mauro Mendes, está dando resultado para o estado. O governador está ansioso e louco para fazer, para asfaltar 100% das ruas de Cuiabá, fazer um grande programa de recapeamento das ruas de Cuiabá, atrair mais empresas”, salientou.

Ainda conforme declarações de Botelho, o interior está crescendo e Cuiabá está ficando cada vez mais para traz. “Nós temos que tomar providência contra isso. A ferrovia vai chegar aqui. Nós temos que preparar Cuiabá para a agroindustrialização”.

“Como o governador Mauro Mendes disse, eles estão comendo poeira, só resta eles atacarem. Agora, a população quer saber quem é que vai colocar asfalto, quem é que vai colocar neto para atender”.

Segundo bloco

Lúdio questionou Botelho no segundo bloco, de “como ele teria coragem de pedir votos a população sendo réu confesso em um suposto esquema para desvio de dinheiro do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT)”. O escândalo culminou na Operação Bereré, deflagrada em 2018.

Botelho lembrou na sequência, e respondeu lembrando que Lúdio foi alvo do Ministério Público de Mato Grosso (MPE) por utilizar dinheiro de propina em sua campanha eleitoral a Prefeitura de Cuiabá, em 2012. O parlamentar ainda apontou que o petista era apadrinhado pelo ex-governador Silval Barbosa e ex-secretário de Estado Eder Morais, condenados por esquemas de corrupção no governo de Mato Grosso.

“O candidato Lúdio é acostumado com a mentira, ele, sim, foi conduzido na Operação Rêmora. Você foi 2 vezes candidato de Silval, vamos lembrar isso gente. O coordenador financeiro dele era Eder Morais, que pegou dinheiro, tá na confissão. O senhor mente, foi conduzido na polícia. O senhor, sim, roubou dinheiro para fazer companha, sempre foi mal acompanhado. Tinha até musiquinha lá, Silval, Lúdio. Não esqueça disso”, rebateu.

Botelho ainda acrescentou. “Agora o senhor, sim, PT é especialista nisso. Vamos colocar a verdade para a população”, acrescentou.

Lúdio insistiu na acusação. “Botelho confessou atos de corrupção na Operação Bereré. Você disse que político corrupto não pode ser candidato. Pede pra sair, você é o verdadeiro buraco da administração política”, rebateu Lúdio.

Botelho, no entanto, contra-atacou, afirmando que Lúdio está há 20 anos na vida política, é médico e nunca fez nenhuma ação social para a população. “Pare de falar mentira, o senhor está 20 anos na política, não fez nada. Eu, sim, posso dizer, nosso trabalho dá resultado”, retrucou.

Terceiro bloco
Já no terceiro bloco, Lúdio e Botelho tiveram um novo embate. Dessa vez, Lúdio que a família do chefe do Legislativo também estaria envolvida em que em esquema de corrupção.

Botelho rebateu de pronto, afirmando que Lúdio é um lobo em pele de cordeiro. “Mais uma mentira desse candidato que já é histórico, 20 anos de serviço público e não fez nada pra ninguém, esse é o famoso lobo em pele de cordeiro, vive mentido. Isso não existiu. Vocês, sim, são especialistas. Agora quer administrar com o PT que criou o mensalão, e história de corrupção do país. Esse é o candidato que quer administrar Cuiabá”, rebateu botelho.

Além do embate entre ambos, houve apenas alfinetadas entre Abilio Brunini (PL) e Domingos Kennedy (MDB).

 

 

 

 

 

 

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Comissão aprova proibição de produtos obtidos por alimentação forçada de animais

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 90/20, do Senado, que proíbe a produção e a comercialização de produtos obtidos por meio de alimentação forçada de animais – como o foie gras, nome dado ao fígado gordo de pato ou ganso, que é iguaria da culinária francesa.

Eventual descumprimento da norma sujeitará os infratores às penas de detenção de três meses a um ano e multa estabelecidas na Lei dos Crimes Ambientais para quem maltratar animais, além de outras sanções administrativas.

O relator da proposta, deputado Fred Costa (PRD-MG), recomendou a aprovação. “A técnica de alimentação forçada aumenta a taxa de mortalidade dos animais, podendo ser 25 vezes superior quando comparada a outros sistemas”, disse.

Como foi analisada em caráter conclusivo, é oriunda do Senado e foi aprovada sem alterações pelas comissões permanentes da Câmara, a proposta poderá seguir para sanção presidencial, a menos que haja recurso para análise no Plenário.

Regras
Conforme a proposta, a proibição abrangerá tanto os produtos in natura quanto os enlatados obtidos por meio do gavage, método de alimentação forçada com a introdução de um tubo na garganta da ave, o que leva à hipertrofia do fígado.

Autor do projeto, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou que as práticas são controvertidas, vistas por muitos como cruéis, e a comercialização dos produtos obtidos já é proibida em alguns países, como Argentina, Austrália e Índia.

“A cidade de São Paulo aprovou, em 2015, lei municipal que proibia a produção e a comercialização de foie gras, mas a norma foi declarada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça ao entender que não cabe ao poder municipal legislar sobre o comércio de um tipo específico de produto, e sim à União”, disse Eduardo Girão.

Da Reportagem/RM
Edição – Rachel Librelon



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