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“Onça” está solta.

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Para quem estava esperando as primeiras aparições do maior felino das Américas, a “Onça Pintada do Pantanal”, após o período carnavalesco de 2022, ou seja, só em março ou até mesmo em abril, na retomada dos serviços legislativos estadual e municipais, está muito enganado, o salve-se que puder já está valendo, a “baita” já está “rosnando” e “gatanhando” muitos bandos, dispersando o grupo, aproveitando dos mais novos, como também, dos mais fragilizados, sem falar dos mais velhos, claro que para “Onça”, o ideal é ter todo bando por perto, aguardando o momento exato para fazer valer o velho ditado, “caititu fora do bando vira comida de Onça”, o que consiste na formação de um grupo coeso, forte, compactuando dos mesmos objetivos, agregando, o popular “ciscar pra dentro”, a cautela nas escolhas agora é fundamental para o desenvolvimento de determinado projeto, do contrário podem estar potencializando as chances do predador, colando ou deixando a “Onça” infiltrada no bando, olha o banquete.

Foto: Gustavo Figueiroa

 

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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