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Polícia Militar prende dupla com 15 tabletes de pasta base e comprimidos de ecstasy

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam um homem, de 21 anos, e uma mulher, de 43 anos, por tráfico ilícito de drogas, nesta sexta-feira (19.6), em Várzea Grande. Com a dupla, foram apreendidos 15 tabletes de pasta base de cocaína, 487 comprimidos de ecstasy e porções de outros entorpecentes.

A denúncia foi feita por moradores de um condomínio, da região central da cidade, que relataram movimentações suspeitas de um novo morador do local. Segundo as informações, havia grande circulação de pessoas no apartamento do suspeito, além de forte odor de entorpecente vindo da residência.

Os denunciantes também afirmaram que uma mulher, que conduzia um veículo HB20 branco, estava no local e saiu com uma caixa contendo material semelhante a droga. Com as informações recebidas, os policiais se deslocaram ao endereço, encontraram o carro, com as mesmas características informadas, e fizeram abordagem.

Com a mulher, os policiais apreenderam sete tabletes de pasta base de cocaína, dentro de uma caixa. Ela foi questionada sobre a origem da droga e se negou a responder. Em seguida, levou os militares até sua residência, no bairro Cristo Rei, onde foram localizadas algumas porções de drogas e balanças de precisão.

Ao mesmo tempo, outra equipe da Força Tática, com devida autorização do condomínio, se deslocou até o apartamento denunciado. Ao fazer contato com o suspeito, ele prontamente se entregou e colaborou com a abordagem policial.

Nas buscas no apartamento, foram encontrados mais tabletes de pasta base e outras porções de maconha e os comprimidos de ecstasy.

Diante da situação, os dois suspeitos foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Assembleia nega repasses ao TCE por emendas parlamentares e explica ajuste no orçamento

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) afirmou que nunca realizou repasses de recursos ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) por meio de emendas parlamentares impositivas, sejam individuais ou de lideranças partidárias. O esclarecimento foi divulgado após a menção a uma emenda legislativa em investigação conduzida pela Polícia Federal envolvendo o órgão de controle.

Em nota, o Legislativo destacou que a emenda citada no inquérito não se trata de uma indicação parlamentar destinada a beneficiar o Tribunal de Contas, mas de uma emenda legislativa à Lei Orçamentária Anual (LOA). Esse instrumento é utilizado durante a tramitação de matérias na Assembleia para promover ajustes no texto de projetos de lei, propostas de emenda à Constituição e no próprio orçamento estadual.

Segundo a ALMT, a alteração mencionada teve como finalidade corrigir diferenças entre a previsão de arrecadação do Governo de Mato Grosso e os valores efetivamente registrados ao longo da execução orçamentária.

A Assembleia explicou que os repasses aos Poderes e órgãos autônomos, como Tribunal de Justiça, TCE, Ministério Público e Defensoria Pública, seguem percentuais e critérios definidos na legislação, tendo como referência a Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado.

Quando a arrecadação supera as estimativas iniciais, podem ser necessários ajustes nos valores destinados a essas instituições. Nesses casos, cabe ao Executivo encaminhar à Assembleia propostas de adequação orçamentária, que são analisadas e formalizadas por meio de emendas legislativas à LOA.

O Legislativo sustenta que sua participação nesse processo não teve o objetivo de conceder recursos extras ou qualquer benefício extraordinário ao Tribunal de Contas. De acordo com a nota, a atuação buscou assegurar o cumprimento dos valores legalmente previstos para o TCE-MT e os demais órgãos autônomos, em conformidade com as regras constitucionais e orçamentárias.

A manifestação da Assembleia busca diferenciar a emenda legislativa mencionada na investigação das emendas parlamentares impositivas, que são instrumentos distintos de destinação de recursos públicos.



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