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“Edição Extra”: Da vida de luxo “Jovem” à Cadeia, o pesadelo dos corruptos

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Da Redação

Na ilusão da impunidade aos mais afortunados, à realidade cruel de que um dia a fatura chega, assim, segue o fantasma das azias, causadas pela má digestão das quentinhas do Centro de Custódia de Cuiabá. Não adianta jogar a pedra e esconder a mão, colocando a culpa no irmão. Nem nos piores pesadelos dos antigos filmes de terror, com os clássicos de Jason, Freddy Krueger, causando a Psicose das paredes trancadas pelas grades, impondo, comprando, ou até mesmo coagindo O Silêncio dos inocentes, para se manter distantes dos rigores das Leis, degustando do resultado avareza, vivendo uma vida de luxuria, debochando da sociedade, tentando impor e fazer valer seu poderio econômico derivado de dinheiro alheio, com carros importados, até mesmo na porta da Delegacia, mansões, roupas de marca, demostrando que “a vida do crime vale a pena”… Pelo que tudo indica, o caso não foi esquecido, muito menos os culpados ficarão impunes, ainda vai ter “Edição Extra” e para o acovardado menino mimado, não adianta se esconder atrás do irmão, porque para cadeia você vai voltar… Já que de Print para Print, comprovam os envolvimentos nas manobras milionárias, caracterizando atos de corrupção, com o ex-governador Silva Barbosa, seguindo o mesmo caminho, adquirindo várias rádios no interior de Mato Grosso. O Jovem também poderá ter o mesmo destino.

Foto: PJC-MT

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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