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Juiz absolve ex-servidor da Sefaz acusado de corrupção

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Da Redação

O juiz Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, absolveu o ex-agente de administração da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Cleudimar Miranda Pouso, nos crimes de corrupção passiva e falsidade ideológica.

De acordo com o magistrado, não há provas suficientes que justifiquem uma condenação do ex-servidor. “Portanto, da análise das provas, temos que não restou suficientemente comprovado que o acusado Cleudiomar Miranda Pouso, de forma livre e consciente, praticou os delitos a ele imputados pelo Ministério Público”, diz trecho da decisão.

Claudiomar foi denunciado por supostamente ter deixado de cobrar o Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) da empresa Neva Comércio e Representações Ltda na qual funcionava na capital.

Em 2008 um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) foi aberto no qual resultou na exoneração do ex-servidor em julho de 2015, além disso um inquérito também foi aberto na Delegacia Especializada em Crime Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz).

Claudiomar foi absolvido na esfera penal, porém a decisão não permite que o ex-servidor seja recontratado, já que essa questão deverá ser resolvida em um novo processo.

Foto:  Sefaz

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Medida libera R$ 3,5 bi extras para habitação e crédito a microempresas

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A Presidência da República editou uma medida provisória que abre crédito extraordinário de R$ 3,5 bilhões no Orçamento para programa de habitação popular e acesso a crédito para micros e pequenas empresas. A MP 1.385/2026 foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (13). 

A maior parte dos recursos, R$ 2,75 bilhões, foi destinada a encargos financeiros sob supervisão do Ministério da Fazenda. Essa parcela será usada para a integralização de cotas de dois fundos garantidores: 

  • R$ 2 bilhões para o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), por meio do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC-FGI), voltado a microempresários individuais (MEIs) e a micro, pequenas e médias empresas
  • R$ 750 milhões para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), para o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

O valor restante de R$ 750 milhões será destinado ao Ministério das Cidades para a integralização de cotas do Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHab), dentro do programa Moradia Digna. O programa financia melhorias em moradias de famílias de baixa renda vivendo em assentamentos urbanos informais passíveis de regularização. A medida provisória prevê um acréscimo de 87 mil unidades por ano no volume contratado da programação do FGHab. 

A MP já está em vigor, mas ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para ser convertida em lei e não perder a validade. 

Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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