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A pedido da primeira-dama, Emanuel Pinheiro não irá mais receber mulheres desacompanhadas em seu gabinete

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Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que não mais irá atender mulheres desacompanhadas em seu gabinete, de acordo com Pinheiro, a medida foi um pedido da primeira-dama, Márcia Pinheiro para prevenir uma ocasional “armação política” contra o gestor da capital.

Esta medida surgiu após uma ex-servidora da Secretaria de Saúde ter denunciado o vereador Adevair Cabral (PSDB) por importunação sexual e assédio.

De acordo com Pinheiro, a primeira-dama ficou preocupada com o caso, por este motivo pediu cautela com receio de uma armação.

“Estou proibindo, por ela [primeira-dama], de atender mulheres sozinhas no meu gabinete. Ela quer que, chegou uma mulher e pediu audiência para mim, alguém ou algum assessor esteja perto, porque tem medo que armem para mim e a pessoa saia dizendo: ‘Emanuel Pinheiro quer me estuprar no gabinete do prefeito’. Já pensou o estrago para descobrir seis meses depois que era mentira”, disse o prefeito em entrevista durante a inauguração do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

Emanuel afirmou ainda, que as “coisas” no país estão estranhas e que as pessoas precisam ser menos más para serem mais justas, afirmou que qualquer coisa denigre, e quando se é político é ainda pior, disse que por este motivo fez questão de mostrar solidariedade ao vereador Adevair.

“Qualquer coisa denigre, se é político então. Por isso, fiz questão de mostrar solidariedade ao Adevair, já de cara à primeira denúncia caiu por terra. O próprio MP [Ministério Público] mandou arquivar por absoluta falta de provas e agora fica a palavra de uma moça contra ele” disse Pinheiro.

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Autorizado financiamento internacional de US$ 20 milhões para Petrolina

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Petrolina (PE) poderá contar com US$ 20 milhões — equivalentes hoje a R$ 103,2 milhões — em financiamento externo para o programa Petrolina Crescer Mais, destinado ao desenvolvimento urbano do município. O empréstimo será contratado junto ao Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), com garantia da União. 

A autorização para a operação, prevista na Mensagem (MSF) 43/2026, foi aprovada pelo Plenário do Senado nesta quinta-feira (13), sob relatoria da senadora Teresa Leitão (PT-PE), e segue para promulgação. 

A operação prevê ainda contrapartida de US$ 5 milhões do município, o que totaliza US$ 25 milhões (R$ 129 milhões) em recursos para o programa. O financiamento terá prazo de até 20 anos, com carência de até cinco anos e seis meses e amortização em 14 anos e seis meses. 

Os pagamentos de juros e amortizações serão semestrais. A taxa de juros terá como referência a SOFR, adotada para operações em dólar, acrescida de margem fixa a ser definida na assinatura do contrato.  

Liberação gradual 

A previsão apresentada à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é que os US$ 20 milhões sejam liberados gradualmente entre 2026 e 2030. 

Estão previstos cerca de US$ 2,1 milhões em 2026; US$ 5 milhões em 2027; US$ 6 milhões em 2028; US$ 5 milhões em 2029; e US$ 2 milhões em 2030. A contrapartida municipal também deverá ser distribuída ao longo desse período.  

Além dos juros, haverá cobrança de comissão de compromisso de 0,35% ao ano sobre o saldo ainda não desembolsado e de comissão de administração de até 0,8% sobre o total do financiamento. Em caso de atraso, haverá juros de mora de 2% ao ano sobre o saldo devedor correspondente à obrigação não paga.  

Garantia da União 

A STN considerou que Petrolina cumpre os limites e as condições necessários à contratação e manifestou-se favoravelmente à garantia da União. O município recebeu classificação A quanto à capacidade de pagamento.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) também concluiu pela legalidade das minutas contratuais e pela regularidade da documentação apresentada. 

Antes da assinatura, deverão ser verificadas, entre outras exigências, a adimplência do município e as condições prévias ao primeiro desembolso, além de ser formalizado contrato de contragarantia entre Petrolina e a União. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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