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Advogado de cabo no caso da Grampolândia diz que justiça foi feita em parte

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Da Redação

O advogado, Eurolino Sechinel, que defende o cabo Gerson Correia Junior, no caso da Grampolândia Pantaneira, não descarta se tornar advogado de acusação do ex-governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), caso alguém o contrate. O advogado, considerou que a justiça com o seu cliente foi feita em parte, já que o advogado defende que o mesmo deveria ter sido absolvido em todas as acusações e não apenas ter obtido um perdão judicial.

O advogado destaca, que o objetivo principal foi cumprido, pois o importante era seu cliente não ser preso e também não perder a patente, assim como o cargo conquistado em concurso público. Eurolino argumenta ainda, que seria injusto que tudo caísse nas costas de seu cliente, diz ainda que irá continuar insistindo que os atos atribuídos ao cabo não se configuram como ilícito penal, por este motivo, o réu deveria ser absolvido em todas as acusações que lhe pesam.

Foto: Alan Cosme/ Hiper Notícias

 

 

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Amazônia: Senado autoriza crédito externo de US$ 15 milhões ao Pará

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O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (13) autorização para uma operação de crédito externo no valor de US$ 15 milhões entre o governo do Pará e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O recurso busca assegurar o pagamento de contraprestações assumidas pelo estado dentro do projeto de concessão para restauração ecológica da unidade de recuperação Triunfo do Xingu, em Altamira (PA).

A relatora da matéria (MSF 49/2026), senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), explicou que o projeto é uma concessão florestal de 40 anos, voltada à recomposição e à conservação de 10 mil hectares de áreas degradadas na Floresta Amazônica, no sudoeste do Pará.

De acordo com a senadora, a iniciativa tem como objetivos: o plantio de mais de 4 milhões de mudas nativas; o sequestro de 3,6 milhões de toneladas de carbono; e a geração de até 4 mil empregos diretos e indiretos. Para garantir a viabilidade financeira do empreendimento e atrair investidores privados, ressaltou Dra. Eudócia, o governo do Pará estruturou o empréstimo de US$ 15 milhões junto ao BID.

— Essa operação financeira inovadora não prevê desembolso imediato de recursos, servindo como a garantia de retaguarda para cobrir obrigações pecuniárias contingentes do parceiro público frente à concessionária — afirmou.

A matéria segue agora para promulgação.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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