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Vereador quer abertura de CPI para investigar construtoras que não terminaram obras públicas

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Da Redação

Durante a audiência pública que foi realizada na última terça-feira (05) que debateu as obras dos conjuntos habitacionais do  programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal, o vereador de Várzea Grande, Caio Cordeiro (PRP) afirmou que irá solicitar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades nas obras do programa iniciadas em Várzea Grande.

Na ocasião, o vereador afirmou que gostaria de provocar a Casa de Leis porque vê o Legislativo e o Executivo, querendo levar os serviços essenciais para a comunidade, porém, afirmou que não vê o mesmo por parte dos representantes das empresas para prestar explicações, disse ainda que por conta disso é necessário abrir uma CPI contra tais empresas. Finalizou, dizendo que as empresas costumam não finalizar as obras e no final a situação acaba recaindo para o Poder Público e quem mais sofre é a população.

 “Quero provocar a Casa de Leis porque vejo que o Legislativo e Executivo querem levar os serviços essenciais para esta comunidade. Não estou vendo os representantes das empresas para prestar explicações, por isto devemos abrir uma CPI contra estas empresas. Elas não terminam estas obras e recai tudo para o Poder Público, quem acaba sofrendo é o povo de Várzea Grande”, disse. 

Ainda de acordo com Caio Cordeiro, as empresas recebem os recursos oriundos dos cofres públicos porém não terminam as obras, disse que as empresas fazem apenas o que lhe dá lucro e esquecem da população.

  “Precisam ser investigadas, recebem o recurso mas não terminam nada, fazem simplesmente o que lhe dão lucro e esquecem da população. Para Várzea Grande desenvolver precisamos da colaboração da iniciativa privada”, disse o vereador.

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Autorizado financiamento internacional de US$ 20 milhões para Petrolina

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Petrolina (PE) poderá contar com US$ 20 milhões — equivalentes hoje a R$ 103,2 milhões — em financiamento externo para o programa Petrolina Crescer Mais, destinado ao desenvolvimento urbano do município. O empréstimo será contratado junto ao Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), com garantia da União. 

A autorização para a operação, prevista na Mensagem (MSF) 43/2026, foi aprovada pelo Plenário do Senado nesta quinta-feira (13), sob relatoria da senadora Teresa Leitão (PT-PE), e segue para promulgação. 

A operação prevê ainda contrapartida de US$ 5 milhões do município, o que totaliza US$ 25 milhões (R$ 129 milhões) em recursos para o programa. O financiamento terá prazo de até 20 anos, com carência de até cinco anos e seis meses e amortização em 14 anos e seis meses. 

Os pagamentos de juros e amortizações serão semestrais. A taxa de juros terá como referência a SOFR, adotada para operações em dólar, acrescida de margem fixa a ser definida na assinatura do contrato.  

Liberação gradual 

A previsão apresentada à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é que os US$ 20 milhões sejam liberados gradualmente entre 2026 e 2030. 

Estão previstos cerca de US$ 2,1 milhões em 2026; US$ 5 milhões em 2027; US$ 6 milhões em 2028; US$ 5 milhões em 2029; e US$ 2 milhões em 2030. A contrapartida municipal também deverá ser distribuída ao longo desse período.  

Além dos juros, haverá cobrança de comissão de compromisso de 0,35% ao ano sobre o saldo ainda não desembolsado e de comissão de administração de até 0,8% sobre o total do financiamento. Em caso de atraso, haverá juros de mora de 2% ao ano sobre o saldo devedor correspondente à obrigação não paga.  

Garantia da União 

A STN considerou que Petrolina cumpre os limites e as condições necessários à contratação e manifestou-se favoravelmente à garantia da União. O município recebeu classificação A quanto à capacidade de pagamento.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) também concluiu pela legalidade das minutas contratuais e pela regularidade da documentação apresentada. 

Antes da assinatura, deverão ser verificadas, entre outras exigências, a adimplência do município e as condições prévias ao primeiro desembolso, além de ser formalizado contrato de contragarantia entre Petrolina e a União. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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