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GCCO recupera R$ 63 mil reais furtados em agência bancária; seis foram presos e um menor apreendido

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Da Redação

A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) divulgou na manhã desta terça-feira (03) que já foram recuperados R$ 63 mil que foram roubados na explosão de um caixa eletrônico em uma agência do Banco do Brasil, no bairro CPA I, na madrugada da última segunda-feira (02).

De acordo com as informações, os policiais localizaram em uma residência do bairro Santa Amália, em Cuiabá. No local foram encontradas no local várias cédulas manchadas com a tinta expelida no momento que o caixa foi explodido.

O valor total que foi levado pelos criminosos ainda não foi divulgado, além dos R$ 60 mil encontrados na residência, os policiais localizaram outros R$ 3 mil que estavam em posse de quatro suspeitos.

No total já foram sete pessoas suspeitas de participação no crime, dos sete, ao menos quatro possuem ligações diretas com o crime, outros dois suspeitos foram presos com drogas e armas e por este motivo foram autuados por tráfico de drogas. Além dos suspeitos presos, ainda foi apreendido um menor de idade, até o momento nenhum nome foi divulgado.

Na residência ainda foram apreendidos várias peças de roupas e outros objetos que supostamente foram utilizados no crime, de acordo com os policiais os objetos e as roupas estavam manchados com a tinta.

Os policiais também informaram que os suspeitos foram flagrados no momento em que lavavam as cédulas furtadas com produtos químicos com o intuito de tirar a tinta.

A suspeita é de que os presos tenham envolvimento em outras ações do tipo, a polícia segue investigando o caso no intuito de chegar a outros envolvidos e também recuperar o restante do dinheiro furtado.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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