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CNI considera leilão de ativos da Eletrobrás ‘positivo para a economia’

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Segundo a Confederação Nacional da Indústria, ‘dificuldade econômica enfrentada pelo País influenciou na ausência de ofertas em relação a sete lotes’ do leilão desta quinta-feira

 

Da Redação

A venda de ativos da Eletrobrás nesta quinta-feira, 27, foi considerada “importante” pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O leilão de participações em Sociedades de Propósito Específico (SPEs) de geração eólica e de transmissão resultou na privatização de 11 dos 18 lotes ofertados.

Embora a arrecadação tenha sido de cerca de R$ 1,296 bilhão, dos R$ 3,1 bilhões que a estatal pretendia obter com venda de todos os ativos, a CNI avalia que a venda foi “um passo fundamental na direção do equilíbrio econômico da Eletrobrás”.

Segundo a entidade industrial, “a situação de dificuldade econômica enfrentada pelo País influenciou na ausência de ofertas em relação a sete lotes do leilão”.

“A desestatização da Eletrobrás é imprescindível para o aumento da competitividade do setor elétrico, além de incentivar a criação de novos negócios no país e de reduzir os custos do governo”, afirma, por meio de nota, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Os lotes que ficaram de fora do certame, afirma ainda a CNI, deveriam ser recolocados em leilão em breve, e o próximo governo deveria “dar continuidade à política de privatizações e concessões de ativos públicos para a iniciativa privada”.

Na Bolsa de Valores de São Paulo, as ações da Eletrobrás terminaram o dia com avanços de 4,03% (ON) e 3,12% (PNB).

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: O Estado de S.Paulo

Foto: Marcos de Paula/ Estadão

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Petrobras anuncia descoberta de petróleo na Foz do Amazonas

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A Petrobras informou nesta sexta-feira (14) que identificou a presença de hidrocarbonetos em poço exploratório em perfuração no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá, na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, na margem equatorial brasileira. 

Os hidrocarbonetos são obtidos principalmente do petróleo e do gás natural, servindo como matéria-prima essencial para combustíveis, plásticos e borrachas.

O poço Morpho (1-BRSA-1405-APS) está localizado a cerca de 175 km da costa do estado do Amapá, em lâmina d’água de 2.886 metros.

“Nosso otimismo em relação à margem equatorial brasileira se confirma hoje [sexta-feira]. Essa primeira descoberta na costa do Amapá é resultado da dedicação e da competência da Petrobras, que está comprometida com a recomposição das reservas de petróleo e com a segurança energética do país”, disse a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

De acordo com a Petrobras, o intervalo portador de hidrocarbonetos foi constatado por meio de perfis elétricos e indicativos em rocha. 

“As operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas”, informou a estatal.

A atuação da Petrobras no bloco FZA-M-59 está alinhada à estratégia da companhia de recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração em áreas de fronteira, visando ao atendimento à demanda nacional de energia durante a transição energética justa.

A Petrobras é a operadora do bloco e detém 100% de participação na área. O bloco foi adquirido na 11ª Rodada de Licitações da ANP, em 2013, sob o regime de concessão.



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