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Guias referentes ao reparcelamento do IPTU 2021 devem ser validadas até o dia 09 de julho

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A medida está prevista no Decreto 8391/2021 publicado no Gazeta Municipal do dia 21 de abril

Da Redação

A Secretaria Municipal de Fazenda informa ao contribuinte que optar pelo reparcelamento do Imposto Territorial Urbano- IPTU 2021, deverá validar as guias até o dia 09 de julho. Para ter acesso as novas parcelas, o contribuinte deverá acessar o site oficial da Prefeitura de Cuiabá- cuiaba.mt.gov.br, clicar no lado direito o ícone IPTU- emissão de guias- emissão de guias.

Devido a prorrogação do pagamento da parcela em Cota Única referente ao IPTU, com desconto de 10% sobre o valor total do imposto, a data atualizada ficou para o dia 16 de agosto. A medida está prevista no Decreto 8391/2021 publicado no Gazeta Municipal do dia 21 de abril. E para ter direito ao desconto, os débitos deve, ser quitados até o dia 09 de agosto.

O reparcelamento foi dividido em quatro (04) vezes fixas, sendo a 1ª parcela também para o dia 16 de agosto. As demais estão programadas para os dias, serão nos dias 16/09/2021, 15/10/2021 e 12/11/2021.

No caso do contribuinte que já tenha realizado o pagamento de alguma parcela do IPTU 2021 poderá optar pelo reparcelamento do saldo devedor remanescente correspondente ao valor principal das parcelas restantes, sem juros e sem multas,  também terá  que realizar a validação das guias até o dia 09 desse mês.

Ao contribuinte que, por alguma razão não concordar com o valor do IPTU lançado no presente exercício, deverá solicitar a impugnação até o dia 30 de julho de 2021.

Outra informação que o munícipe deverá ficar atento é em relação ao pedido de isenção do IPTU, que neste ano também poderá ser solicitado até o dia 30. As isenções concedidas terá validade até 2024.

Caso a solicitação seja indeferida, será concedido um prazo de 30 dias, a partir da ciência do contribuinte quanto à decisão, para que o valor seja pago sem desconto e sem a incidência de juros e multa.

A arrecadação do IPTU é destinada para ampliar e aprimorar o atendimento nas unidades de saúde, educação e assistência social, este imposto faz frente à todas as despesas do orçamento, abrangendo também vários outros tipos de serviços essenciais, como a limpeza pública, o asfaltamento e recapeamento de vias urbanas.

“É uma determinação do prefeito Emanuel Pinheiro devolver a população com o que for arrecadado com o IPTU em serviços de qualidade e obras eficientes e de melhoria. Sem dúvida nenhuma, o município irá honrar os contribuintes como novos investimentos”, disse o secretário municipal de fazenda, Antônio Roberto Possas de Carvalho.

“Um gestor precisa ser, acima de tudo, sensível ao momento enfrentado. Os impactos são inegáveis e geram aflição às famílias. Uma das marcas da minha gestão é o diálogo. Reitero meu entendimento por cuidar da minha gente e por, isso, a Prefeitura de Cuiabá decidiu pela prorrogação”, finalizou o prefeito Emanuel Pinheiro.

As informações estão disponíveis no site oficial da Prefeitura- https://www.cuiaba.mt.gov.br/ no ícone IPTU- http://iptu.cuiaba.mt.gov.br/

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Tesouro pagou R$ 152,46 milhões em dívidas de estados e municípios

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A União pagou, em julho, R$ 152,46 milhões em dívidas de estados e municípios, na condição de garantidora de operações de crédito contratadas pelos entes subnacionais. Com isso, o valor desembolsado pelo Tesouro Nacional para cobrir parcelas não quitadas pelos devedores chegou a R$ 3,05 bilhões no acumulado de 2026.

É o que mostra o Relatório Mensal de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias (RMGH), divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Tesouro Nacional.

De acordo com o relatório, desde 2016 a União desembolsou R$ 89,58 bilhões para honrar garantias em operações de crédito de estados e municípios. No mesmo período, recuperou R$ 6,06 bilhões por meio da execução de contragarantias.

Apenas em julho deste ano, foram recuperados R$ 5,13 milhões.

O Tesouro Nacional informou que o principal fator para o baixo volume de recursos recuperados é a participação de diversos estados no Regime de Recuperação Fiscal (RRF), mecanismo que prevê a suspensão temporária da execução das contragarantias.

Segundo o órgão, cerca de R$ 79,78 bilhões das garantias honradas desde 2016 referem-se a estados que participam ou participaram do regime. Além disso, há R$ 1,9 bilhão relacionado à compensação por perdas de arrecadação do ICMS decorrentes da Lei Complementar 194/2022.

Outros R$ 516,74 milhões não podem ser recuperados em razão de decisões judiciais que impedem a execução das contragarantias.



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