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MT tem crescimento recorde, superando a crise da pandemia

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Relatório relativo ao cumprimento das metas fiscais do 1º quadrimestre de 2021 aponta folgada vantagem econômica do Estado em relação aos demais da Federação. Na avaliação do governador Mauro Mendes e do secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, esse alcance das metas fiscais resulta de uma administração séria no trato com a coisa pública. “Economizar, mas sem deixar de empreender, é a palavra chave”, define Mendes
Da Redação
Mato Grosso saiu do lugar comum de Estado que sobrevivia com cinto apertado aos arrochos econômicos para se posicionar com pujança de caráter futurista no cenário nacional. É o que aponta o relatório relativo ao cumprimento das Metas Fiscais do 1º Quadrimestre de 2021, que, na concepção dos gestores, é bastante promissor e evidencia, numericamente, o acerto da atual administração. “De forma geral, prospectamos investimentos seguros no Estado, sem que a área econômica sofra qualquer arrocho comprometedor aos projetos necessários e na própria manutenção dos gastos regulares, a exemplo de folha do funcionalismo, encargos diversos e outros”, disse o secretário de Fazenda, Rogério Gallo.
Segundo Gallo, a receita total apresentou uma boa performance, com incremento de 26,2% nos primeiros quatro meses de 2021, em relação ao ano anterior. “Os dados apresentados apontam um crescimento recorde, impulsionado pelo agronegócio, que sozinho teve um crescimento de 33,7% no primeiro quadrimestre de 2021. O setor exportou R$ 10 bilhões a mais no período, em relação ao ano anterior”, concluiu o secretário.
Essa conclusão se deve ao conjunto de dados técnicos contabilizados no referido relatório apresentado de forma virtual, durante Audiência Pública para a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Os parlamentares ficaram impressionados pela severidade técnica adotada durante o atual percurso gestor, salientando a importância dessa estratégia para que o Estado mantenha o equilíbrio orçamentário tão desejado, sem que comprometesse a concretização de metas essenciais em qualquer governo. 
Para o 1º secretário da ALMT, Eduardo Botelho, manter os serviços essenciais e o pagamento dos servidores em dia é algo que muitos estados consideram avanço importante, em face da apertada condição orçamentária que quase todos vivem há tempos, situação agravada pela pandemia. “Já em Mato Grosso, registramos notável mudança nessa linha de administração, pois não apenas antigos entraves foram solucionados, com as contas sendo colocadas em dia, como também está sendo possível estabelecer agenda ininterrupta de obras em todo o território. Tenho viajado muito pelo interior e sou testemunha de que os municípios vêm sendo assistidos paulatinamente em suas necessidades básicas, principalmente na área de Saúde e Educação. É preciso reconhecer o esforço governamental também nesse sentido”.
Já na opinião do governador Mauro Mendes, “os dias negros que enfrentamos lá atrás, quando assumimos o governo, hoje se tornaram lembranças em fase de sepulcro, pois há horizontes esperançosos em todos os segmentos sob a responsabilidade direta do governo. Os dados técnicos apontados nesse relatório do 1º Quadrimestre são prova disso, e, além de nos orgulhar, pois refletem resultados do nosso esforço administrativo, também sinalizam que estamos no rumo certo. É a primeira vez que o Estado desponta austeramente vitorioso na área econômica, estabelecendo marcos de crescimento equilibrado e gradualmente superior a situações de passado não muito remoto”.
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Tesouro pagou R$ 152,46 milhões em dívidas de estados e municípios

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A União pagou, em julho, R$ 152,46 milhões em dívidas de estados e municípios, na condição de garantidora de operações de crédito contratadas pelos entes subnacionais. Com isso, o valor desembolsado pelo Tesouro Nacional para cobrir parcelas não quitadas pelos devedores chegou a R$ 3,05 bilhões no acumulado de 2026.

É o que mostra o Relatório Mensal de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias (RMGH), divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Tesouro Nacional.

De acordo com o relatório, desde 2016 a União desembolsou R$ 89,58 bilhões para honrar garantias em operações de crédito de estados e municípios. No mesmo período, recuperou R$ 6,06 bilhões por meio da execução de contragarantias.

Apenas em julho deste ano, foram recuperados R$ 5,13 milhões.

O Tesouro Nacional informou que o principal fator para o baixo volume de recursos recuperados é a participação de diversos estados no Regime de Recuperação Fiscal (RRF), mecanismo que prevê a suspensão temporária da execução das contragarantias.

Segundo o órgão, cerca de R$ 79,78 bilhões das garantias honradas desde 2016 referem-se a estados que participam ou participaram do regime. Além disso, há R$ 1,9 bilhão relacionado à compensação por perdas de arrecadação do ICMS decorrentes da Lei Complementar 194/2022.

Outros R$ 516,74 milhões não podem ser recuperados em razão de decisões judiciais que impedem a execução das contragarantias.



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