Mato Grosso

Rotas alternativas para trafegar próximo a trincheira Jurumirim são definidas

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Mato Grosso

Semob ainda fiscalizará sinalização e reparos na via

Da Redação

As rotas alternativas para motoristas que pretendem transitar pela trincheira Jurumirim- (Av. Miguel Sutil) – sentido Av.do CPA/Coxipó e sentido  Fernando Corrêa/ Av. do CPA – (VEJA MAPA EM PDF EM ANEXO) –  no período em que ela passará por uma obra de reparo já foram definidas. 

A obra é de responsabilidade do Governo do Estado – via Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) e estão autorizadas a partir do dia 7 de junho, conforme anunciado pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, caso as sinalizações e reparos das vias alternativas tenham sido realizadas.  
Membros da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) estiveram reunidos com os responsáveis pela empresa que fará a execução da obra e com representantes da Sinfra para traçar  o trajeto alternativo. A pasta de mobilidade informa que o “trajeto é alternativo” e não um “desvio obrigatório”. As vias laterais, chamadas de marginais, estarão abertas. Já a parte inferior da trincheira, chamada de “mergulho”, será totalmente fechada.  
“A Semob fez a exigência para a execução dos reparos da via e sinalização, para facilitar a  vida dos condutores. É de responsabilidade do Governo do Estado a realização de implantação de faixas e demais sinalizações para comunicar os condutores. A Semob estará presente no local para ajudar a organizar o trânsito”, avisou a diretora de Engenharia da Semob, Adrielle Martins.
A Trincheira deve ser interditada  – pelo Governo do Estado  – por um período estimado de sete meses para que seja corrigido um problema no sistema de drenagem de águas pluviais. A previsão é que, somente na parte inferior, deva ser retirado cerca de 1,5 metro de solo e substituído por outro de melhor qualidade. Essa obra foi orçada em R$ 50,5 milhões e  estava no pacote das grandes obras de mobilidade que seriam entregues em 2014 – antes dos jogos da Copa do Mundo – a Capital foi uma das subsedes. A trincheira foi entregue somente em  2016.
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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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