Mato Grosso
“Compromisso de campanha”: Cuiabá está recebendo 140 ônibus novos com ar-condicionado
Mato Grosso
Da Redação
Cuiabá está recebendo 140 ônibus novos, todos equipados com ar-condicionado, para proporcionar melhores condições aos usuários do transporte capital.
A busca pelo melhoramento da frota do transporte público, que atende os mais de 220 mil passageiros diariamente, foi uma promessa de campanha do prefeito Emanuel Pinheiro, que agora está sendo cumprida.
Há muitos anos que os cuiabanos vêm padecendo com o sistema de transporte público, as reclamações e reivindicações são constantes. Para a maioria dos passageiros, os valores cobrados não justificavam, devido a qualidade do serviço.
Com trabalhos voltados para atender diretamente a demanda dos passageiros, a gestão Emanuel Pinheiro está mudando a prestação de serviços do transporte público na capital, a transformação é notada desde a implantação dos pontos de ônibus com ar-condicionado, espalhados pelos locais com maior fluxo de passageiros da cidade.

Foto: Luiz Alves
Entregando os trabalhos que estão transformando a mobilidade urbana na capital, a gestão Emanuel Pinheiro mostra está seguindo na “contramão da velha política”, quando prometia e não cumpria, hoje, tanto as obras, como a chegada dos novos veículos, comprovam, que as promessas foram substituídas por compromissos, que estão sendo realizados, atendendo a demanda e beneficiando diretamente a população.

Foto: olhardireto
No início de 2021, a Prefeitura anunciou que a busca pela renovação da frota, que já estava em fase de conclusão, e que dos 369 veículos que prestam serviço hoje em Cuiabá, 140 serão de ônibus novos, equipados com ar-condicionado.
Está programada para os próximos dias, a coletiva de imprensa, quando o prefeito Emanuel Pinheiro irá fazer o anuncio da chegada dos veículos, com maiores detalhes.

Fotos: Divulgação / Caio
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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