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Prefeitura já substituiu mais de 10 mil luminárias convencionais por LED em Rondonópolis

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Da Redação.

A Prefeitura de Rondonópolis está investindo mais de R$ 10 milhões na modernização do sistema de iluminação pública da cidade, por meio da implantação de iluminação em LED, tecnologia que reduz o consumo de energia em até 60%,  garante maior conforto visual e segurança aos moradores. 

De acordo com os dados repassados pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), este ano já foram substituídas 10 mil luminárias convencionais ( vapor de sódio) para pontos de iluminação com LED.

“Economicidade, durabilidade e claridade estão entre os benefícios da utilização do equipamento LED”, destacou o engenheiro eletricista da Sintra, Paulo Roberto Vicente. 

Conforme ele, o equipamento de LED, além de ser mais eficiente, econômico e durável, também irá garantir mais segurança aos cidadãos e embelezam a cidade. Paulo Roberto destacou ainda que o processo de modernização do sistema de iluminação pública de Rondonópolis, iniciado há cerca de cinco meses, já resultou na economia R$ 360 mil.

“A vida útil das lâmpadas de LED é mais longa e o sistema consome menos energia elétrica, gerando então a economia”, explicou Paulo Roberto, observando também que o sistema exige menos manutenção. Rondonópolis conta hoje com mais de 29 mil pontos de iluminação pública. “A meta é avançar mais com o processo de modernização do sistema no próximo ano”. 

Locais beneficiados 

Até o momento, a substituição já foi realizada nos seguintes locais: Av. Lions Internacional, Av. Gov. Júlio Campos, Av. Paulista, Av. Presidente Médici, Av. Bandeirantes, Av. Brasil, Av. W2, Av. Goiania, Av. Marechal Dutra, Av. Marechal Rondon, Av. Arnaldo Estevão de Figueiredo, Av. William Morais Filho, Av. Lidio Magalhães, Av. Daniel Clemente, Av. Amazonas, Av. Ary Coelho, Av. Frei Servácio, Rua Ariadne Feltrim Campos, Rua Francisco Goulart, Rua Maracanã, Rua Fernando Correa da Costa, Rua João Ponce de Arruda, Rua José Barriga, Alameda das Rosas, Centro A, Centro B, Vila Operária, Conjunto São José, Cohab Velha, Copa Rondon, Coopha Cem, Coophalis, Jardim Mato Grosso, Residencial Santa Marina, Colina Verde, Jardim Pioneiro, Jardim Brasília, Jambalaia, Jardim Paulista e Vila Jardim. 

Foto assessoria

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Saúde

Ex-secretária de Saúde de Cuiabá é alvo de denúncia por supostos benefícios; Prefeitura nega irregularidades

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Servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá denunciaram supostas irregularidades ao Site Afolhanews envolvendo a ex-secretária Danielle Carmona nos últimos dias à frente da pasta.

De acordo com os relatos, a ex-gestora teria se autolotado no próprio gabinete para garantir o recebimento do chamado “prêmio saúde”, no valor de R$ 2 mil. Além disso, também teria concedido a si mesma um período de 60 dias de férias.

A situação provocou revolta entre profissionais da rede municipal, principalmente da enfermagem. Segundo os denunciantes, a gestão costumava negar pedidos de férias superiores a 30 dias para servidores da linha de frente, sob a justificativa de falta de pessoal nas unidades de saúde.

Os servidores apontam ainda incoerência entre discurso e prática da administração municipal. Durante a inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Pedregal, o prefeito teria afirmado que não autorizaria férias sem a devida substituição de profissionais, o que reforçou a percepção de tratamento desigual dentro da pasta.

Danielle Carmona é servidora efetiva do município e atua como enfermeira de carreira. Conforme os relatos, ela teria se beneficiado de decisões administrativas tomadas enquanto ainda ocupava o cargo de secretária.

Prefeitura nega irregularidades

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá afirmou que não há irregularidades na situação funcional da ex-secretária.

Segundo o município, Danielle Carmona possui todos os direitos garantidos por lei, incluindo férias e benefícios como o prêmio saúde, desde que atendidos os critérios estabelecidos.

A gestão também informou que a lotação em gabinete é um ato administrativo regular, especialmente em períodos de transição, e que a permanência da servidora no local foi previamente alinhada com a atual direção da Secretaria.

Sobre os 60 dias de férias, a Prefeitura destacou que a concessão ocorreu dentro da normalidade administrativa e já havia sido informada anteriormente, não havendo qualquer excepcionalidade.

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